Santa Catarina pode registrar cerca de 1.220 novos casos de melanoma até o final de 2026. Considerado o tipo mais agressivo de câncer de pele, a doença tem alta incidência na região Sul do país, o que reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce.
Dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) mostram que o melanoma está entre os tumores mais frequentes na população sulista. Em Florianópolis, a estimativa é de aproximadamente 70 novos casos até o fim do próximo ano.
Apesar de representar uma parcela menor dos cânceres de pele, o melanoma é responsável pela maior parte das mortes relacionadas à doença por causa da sua capacidade de se espalhar para outros órgãos. Especialistas alertam, no entanto, que as chances de cura são elevadas quando o diagnóstico ocorre nas fases iniciais.
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Referência no tratamento oncológico em Santa Catarina, o Centro de Pesquisas Oncológicas (Cepon), em Florianópolis, atendeu 171 pacientes com melanoma ao longo de 2025. Em 2026, até o momento, outras 66 pessoas já receberam atendimento na unidade.
Entre os principais sinais de alerta estão o surgimento de manchas na pele, alterações em pintas já existentes, mudanças de cor, tamanho ou formato, além de sintomas como coceira e sangramento. Nesses casos, a orientação é procurar avaliação médica o quanto antes.
Especialistas também reforçam medidas preventivas, como o uso diário de protetor solar, evitar exposição ao sol nos horários de maior intensidade, utilizar chapéus, óculos escuros e roupas com proteção UV. A recomendação é que a proteção solar faça parte da rotina durante todo o ano, independentemente da estação.