Acadêmicos do UniSenai realizam intercâmbio no Olympic College (EUA)

divulgação/Unisenai

Por: Pedro Leal

25/10/2023 - 13:10 - Atualizada em: 25/10/2023 - 13:20

Acadêmicos do UniSenai campus Chapecó e da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc) concluem esta semana, no dia 25 de outubro, intercâmbio realizado nos Estados Unidos, previsto no edital do governo americano 100k Strong in the Americas. O grupo integra projeto que está desenvolvendo um tratamento inovador para pacientes com lesão na coluna espinhal.

Além de explorar o campus, laboratórios e infraestrutura do Olympic College, em Bremerton, os acadêmicos estão conhecendo projetos e tendo a oportunidade de praticar a conversação na língua inglesa. A visita à universidade integra programação do grupo que, em setembro, recebeu os acadêmicos do Olympic College. O encontro do grupo que está desenvolvendo tratamento para auxiliar a recuperação da lesão na medula espinhal também oportunizou os arremates finais no projeto, que será concluído em novembro.

Projeto colaborativo

Contemplado em 2022 no edital do governo americano, o projeto é conduzido por acadêmicos dos cursos de engenharia mecânica e análise e desenvolvimento de sistemas, do UniSenai campus Chapecó; de fisioterapia e engenharia da computação, da Unoesc; e de engenharia elétrica e engenharia mecânica, do Olympic College, dos EUA.

O tratamento que vem sendo desenvolvido inclui procedimentos fisioterapêuticos, usando condução mioelétrica para auxiliar no processo de recuperação de lesões com aplicação de técnicas de machine learning, inteligências artificial e industrial, IoT e digital twins, tecnologia que espelha o mundo real, explica Valério Piana, gestor do projeto no UniSenai. O projeto, um dos seis contemplados no edital.

“Serão aplicadas diversas tecnologias como machine learning, inteligência artificial, para criar um sistema de recomendação de tratamento para pessoas com lesão na coluna espinhal. O projeto envolve desde a modelagem, sistemas de recomendação e coleta de sinais mioelétricos, que podem ser medidos por eletrodos sobre os músculos. A iniciativa envolve profissionais da área médica, de fisioterapia e ainda um comitê de ética”, explica Piana.