Data: 29.06.2016 Local: São Paulo, SP Cliente: WEG Ref1: Ref2: Assunto: Cobertura fotográfica do prêmio Melhores & Maiores da Revista Exame, do qual a WEG foi vencedora na categoria Bens de Capital. Assistente: Foto: Luiz Michelini
Foto: Luiz Michelini/Divulgação
A empresa jaraguaense WEG recebeu esta semana o prêmio de melhor empresa do anuário Maiores e Melhores da Exame. O título é resultado da pesquisa realizada pela revista, que considera dados econômicos e financeiros referentes a 2015 como: liderança de mercado, rentabilidade, crescimento, liquidez, investimentos e riqueza gerada por empregado. Essa é a 12º vez que a WEG é destaque no setor de bens de capital. No ano passado a companhia foi a grande campeã, eleita a empresa do ano.  Desde 1981, quando ganhou pela primeira vez o prêmio de Melhor Empresa, na época, de Máquinas e Equipamentos, a WEG vem sendo citada no ranking da revista Exame. A notícia foi divulgada na mesma semana em que Harry Schmelzer Jr., presidente da WEG, figurou na lista entre os melhores CEOs do Brasil em pesquisa da revista Forbes Brasil. Na foto, o presidente está ao lado de outros diretores da companhia, Reinaldo Ritcher, Hélcio Makoto, André Rodrigues e Luís Fernando de Oliveira.

* * *

Milhas se expandem O aperto nas contas tem aberto os olhos de muitos brasileiros para o fato de que os gastos do dia a dia escondem uma possibilidade de economia. Nascidos com foco em companhias aéreas e cartões de crédito, os programas de fidelidade passaram a investir com força em parcerias com o varejo, ampliando as possibilidades de acúmulo e troca de pontos. Hoje, já é possível ganhar e converter “milhas” em farmácias, postos de gasolina, hotéis, lojas de material de construção, sites de comércio eletrônico etc. Mas especialistas lembram que a fidelização só é uma aliada no orçamento quando não leva a gastos inconsequentes. Embora os programas de fidelidade tenham penetração de apenas 9% entre os brasileiros, o setor vem divulgando crescimento de dois dígitos. Segundo a Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização, o faturamento de suas cinco associadas cresceu 27,1% em 2015, atingindo R$ 5,04 bilhões.

* * *

Para dormir bem Para os funcionários da seguradora Aetna vale a pena ter uma boa noite de sono. Vale exatamente US$ 300 (cerca de R$ 970) por ano. O projeto recompensa os empregados que dormem pelo menos sete horas por noite devido à preocupação da empresa americana com o impacto da falta de sono na performance dos funcionários. O esquema teve início em 2009. No ano passado, cerca de 12 mil dos 25 mil funcionários da empresa participaram, um aumento em relação aos 10 mil de 2014.

* * *

Produção da indústria A produção industrial brasileira ficou estável em maio frente a abril, segundo dados divulgados ontem pelo IBGE. Na comparação com maio de 2015, houve queda de 7,8% — 27ª taxa negativa seguida na análise anual. No resultado acumulado nos cinco primeiros meses do ano, a perda é de 9,8%. Nos doze meses encerrados em maio, a queda chega a 9,5%.

* * *

Alta do petróleo O mercado de petróleo teve alta de mais de 25% no segundo trimestre do ano, melhor resultado em sete anos, segundo a Reuters.

* * *

leandro schmoeckelAdeque seu produto ou serviço com o momento do cliente Analisando as estratégias das empresas, principalmente, as que continuam crescendo mesmo com esse momento adverso da economia, vemos que as que se adequam de forma mais rápida à necessidade do cliente têm mais sucesso. Quando se inicia um processo de compra costumeiramente o cliente procura a comodidade e provavelmente irá ao estabelecimento tradicional de consumo. Entretanto, se a condição financeira do seu cliente mudou, e você precisa saber se mudou, seu foco e produtos precisam estar alinhados com a condição atual dele, caso contrário, ele sairá da sua empresa sem comprar absolutamente nada. Dizem que quando o cliente entra na sua loja 50% da venda já está garantida. A realidade é que os empreendedores precisam estar atentos ao mercado para acompanhá-lo de forma a corresponder de acordo com o que o cliente espera, para aí sim encantar o cliente e transformá-lo em recorrente. O mercado que me refiro não está somente ligado à economia, dólar, inflação, está também conectado a concorrentes, fornecedores, canais de venda, formas de pagamento e assim por diante. Indo para a prática, a economia brasileira está em fase de melhoras, já vemos sinais, mas ainda está com muito fornecedor e pouco cliente. Se eu tenho uma loja, de qualquer produto, neste momento preciso ter um leque de opções para que o cliente que precisa comprar, mas está com pouco dinheiro, tenha condições de comprar. Assim como para o cliente que tenha mais recursos financeiros, eu tenha produtos de valor agregado para o consumidor mais sofisticado. Além disso, tendo o produto adequado, tenho que ter condições de pagamento para a atual situação. Se antes só vendia à vista ou no crediário em três vezes, hoje é preciso ter todas as bandeiras de cartão de crédito e ainda parcelamento em 10 vezes. Estou aqui colocando opções na generalidade, mas cada empreendedor precisa identificar essas opções e oportunidades dentro do seu negócio e segmento de atuação. Precisamos de estratégias emergentes para um momento diferente, se fizermos as mesmas coisas da mesma forma que era feito em 2010, provavelmente, não terá o mesmo resultado, e este momento não permite mais erro. Esperamos ter contribuído e fica o voto de sucesso a todos os empreendedores. Iremos superar mais esta fase e um novo ciclo positivo já se inicia! Lembrando que os núcleos setoriais Acijs/Apevi são uma grande fonte de troca de experiências! Filie-se à Apevi, porque juntos somos mais fortes!