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Vidas e escolhas – Luiz Carlos Prates

Por: Luiz Carlos Prates

06/03/2025 - 08:03

Ganhei, faz tempo, uma plaquinha , na plaquinha uma mensagem, presente de um amigo. Na plaquinha, que está pendurada diante de mim neste momento, lê-se que – “A vida acontece nas suas escolhas”. E há pouco, relendo trechos de um livro muito bom – “O Segredo para o Amor, a Saúde e o Dinheiro”, de Rhonda Byrne, 73, australiana, reencontrei uma frase sublinhada, na página 48, frase que nos responsabiliza. A frase é esta: – “Todas as áreas da vida são escolhas suas”. Duas frases gêmeas. Será que podemos contestá-las? A grande questão, a que nos provoca azias, é admitir que a nossa vida de agora é a soma, o resumo das nossas escolhas até este momento. Para muitos, há os inevitáveis: as doenças sórdidas, silenciosas, o luto, as decepções, enfim, que não dependem de nós. Ninguém pode evitar o luto, ninguém pode evitar o seu próprio “ponto final”, mas as doenças são muito discutidas pela psicologia milenar, aquela que se assenta sobre a lei da atração e o nosso semear e posterior colheita. Quem nos manda fazer o que fazemos no ambiente de trabalho? Sejamos francos, ninguém. Quem nos obriga a aceitar o salário que recebemos? Nem é preciso resposta. Será que somos tão ingênuos para não acreditar que nossos pensamentos têm poderes tanto lesivos quanto curativos? Os placebos confirmam isso. Quem nos obrigou a escolher ela ou ele para casar? Sim, eu sei, no passado as filhas eram “obrigadas” a casar com este ou aquele, mas esse tempo já se foi… Quem nos obriga a ter pouco conteúdo e, por isso, pouco charme na fala e no convívio social? Quem nos obriga a envelhecer sem os recursos financeiros de que “imperiosamente” vamos precisar na velhice? Ora, ninguém. Quem nos obriga a sermos chatos, desagradáveis e não termos amigos, amigos calorosos em nossa vida? Nossa prepotência e ignorância. E assim com tudo na vida, nossas escolhas. E, definitivamente, sem essa de que – me enganei, casei com a pessoa errada – sem essa, foi sua escolha sim. E dizer que fomos enganados é desculpa fria, estultícia de primeira. Tivemos incontáveis momentos de convívio antes do casamento ou do ajuntamento, tempo suficiente para saber e descobrir tudo sobre ela ou ele. Fingimos não ter visto. Vou tirar aquela plaquinha da minha frente, arreh!

BRASIL

Quando uso a palavra “brasileirada” estou usando de um pejorativo, consciente. Então, vamos lá. A brasileirada discute, se pega pelos cabelos ou a socos ao final de jogos de futebol, esbraveja contra o Oscar não dado a Fernanda Torres, se queixa dos atrasos no Carnaval, isso e mais aquilo, mas… Não reage diante das notas ruins dos filhos vadios no colégio e, mais que tudo, engole em seco as patifarias de seus representantes políticos. Não tem como evitar, brasileirada, sim…

PENSAMENTOS

É incontestável que sempre concordamos com quem pensa igual a nós, então… Do livro religioso, espírita: – “Sempre Melhor”, de José Carlos De Lucca, esta frase: – “O corpo sente o que a mente pensa constantemente. Se quiser se curar de uma enfermidade, pense na saúde e não na enfermidade”. Vivo dizendo isso desde que nasci, não existe doença incurável, não existe, o que existe é falta de fé dentro das pessoas.

FALTA DIZER

Quando falo dessa verdade, essa de que não há doença incurável, o que há são pessoas sem fé, alguns me contestam dizendo que são os remédios que curam, sem remédios, nada feito. Sinto pena dessas pessoas ignorantes, a ignorância é a mãe de todos os males. Pena! Ave-Maria…

 

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Luiz Carlos Prates

Jornalista e psicólogo, palestrante há mais de 30 anos. Opina sobre assuntos polêmicos.