Todos nós, tenhamos ido para a escola ou não, por mais analfabetos que sejamos, temos uma inteligência natural, uma inteligência que nos orienta ao caminho certo. Entrar num caminho errado deve-se ao caráter e não a tal inteligência de que falo. Essa nossa inteligência natural chama-se “intuição”, isto é, conhecimento sem consciência, sei que sei, mas não sei por que sei… Um guarda-chuva coletivo. Leio muito sobre psicologias milenares, sobre crenças e valores de povos bem antigos… Interessante, porém nada de novo. É a velha história que nos garante que não há nada de novo abaixo do sol. O que é já foi e o que foi será. Mas como disse, leio psicologias antigas, budistas. E a essência dessa filosofia é a felicidade, nascemos para ser felizes, porém… Poucos acertam nesse alvo, pouquíssimos. Várias são as razões. Pelas minhas observações são incontáveis as razões do porquê corremos atrás da felicidade e raramente a alcançamos. Mas os budistas dizem que há três razões básicas, são elas: ódio, orgulho e ciúmes. Vamos lá, vamos descascar essa “banana”. De fato, o ódio nos faz mal, física e emocionalmente. Emocionalmente, sabemos dos dentes rangentes que fazemos quando estamos com ódio. E essa amargura emocional contamina o corpo pelo excesso de hormônios da fuga ou luta na vida: adrenalina e cortisol. Ao correr, fugindo de uma fera, precisamos desses hormônios. Para enfrentar a fera, de igual modo precisamos. São hormônios para uso físico, mas não usamos do físico nos nossos silenciosos momentos de ódio. O ódio corrói, ponto final. E o orgulho? O orgulho nos faz infelizes porque buscamos apreciação, aplausos, holofotes dos olhos alheios, achamo-nos os tais quando por dentro sabemos que somos uma farsa. Quem de fato é “grande” costuma ser discreto, não entra em canoa furada. Os exibidos, os de redes sociais “brilhantes” são pobres diabos na vida, eles sabem disso… Sim, Prates, e os ciúmes? Os ciúmes vêm da insegurança. E não há como falar de ciúmes sem falar dos homens. São campeões universais de ciúmes. Os homens só são fortes nos músculos, por dentro se borram de inseguranças, temem perder a namorada, a mulher, a amante, quem seja… Muitos já disseram que quem não sente ciúmes por ela ou por ele não ama. Ciúmes vêm do medo de perder. Enfim, humanos. Caso perdido.
ESTRANHO
Estranho nada, lucidez, finalmente… Ouça a manchete, manchete internacional: – “Igrejas da Alemanha veem nova debandada de fiéis”. Razão? Pouco clara, mas… É claro que o povo vai aos poucos, hoje mais do que nunca, caindo na real… Igrejas, credos religiosos, foram inventados por homens, por homens, eu disse, tanto para dar medo quanto para pegar dinheiro dos desatentos. Quando a ficha começa a cair, o povo dá no pé. Essa ficha também tem que começar a cair aqui, nas nossas eleições, ô, se tem…
CRIANÇAS
Manchete alucinante, ouça-a, vem da Secretaria de Saúde de São Paulo – “Crianças de 5 a 9 anos lideram altas de internação por saúde mental”. Tem cabimento? Tem. Com esses pais que andam por aí, coitadinhas das crianças, coitadinhas, doentinhas da cabeça quando tinham de estar brincando de “se esconder”. Imaginemos o futuro dessas crianças.
FALTA DIZER
É impossível ser cidadão de duas pátrias, impossível e ponto final, todavia… Muitos brasileiros com os cabelos eriçados em razão das dificuldades agora adotadas pelo governo da Itália para conceder dupla cidadania para os milhares de brasileiros que a querem. Por que brasileiros querem dupla cidadania? Aí tem, farsantes, eventuais fujões. Que vão se coçar numa tuna. Aplausos, Itália!