Michael Jordan, u-na-ni-me-men-te considerado o maior jogador de basquete de todos os tempos, errou mais arremessos do que acertou. Falhou em lances decisivos, perdeu jogos importantes, foi criticado, duvidado, descartado. Ainda assim, tentou de novo… e de novo.
Afinal, o erro nunca foi um ponto final, mas um “pedágio” inevitável no caminho da excelência. A ideia de sucesso sem falhas é uma fantasia confortável, porém paralisante. Quem espera a jogada perfeita, o momento ideal ou a certeza absoluta costuma assistir a vida da arquibancada. Afinal, não é o erro que nos condena, mas a omissão.
Pior do que errar o arremesso é não arremessar. Pior do que perder é nunca entrar no jogo. A vida, como o basquete, não premia quem segura a bola com medo. Premia quem ousa, mesmo sabendo que pode falhar. Porque errar tentando ainda é viver em movimento. Mas, morrer com a bola na mão, isso sim, é derrota… e silenciosa.