Todos nós vivemos o tempo todo na corda bamba do sim ou do não. Diante de qualquer situação na vida estamos dubiamente frente a essa dupla, mas… Não nos damos conta disso. Se alguém sair por aí a fazer uma pesquisa e perguntar às pessoas: – “Psiu, tu aí, preferes um sim ou um não na tua vida”? A maioria vai dizer: – “Ah, claro que prefiro um sim, ora, bolas”! Ocorre que a Psicologia nos prova que muitos dos nossos sofrimentos na vida resultam de não sabermos dizer não. Não sabermos ou termos medo de dizer. Um primeiro exemplo. Dentro de nós vivem os nossos gostos, os nossos desejos, os nossos limites, tudo o que somos está dentro de nós. Quantas e quantas vezes ao longo da vida dizemos “sim” quando gostaríamos de dizer não? Sim, você pode me dizer que o “não” é uma agressão, uma antipatia diante de um pedido qualquer que nos venham a fazer. Mas a questão fica apenas nesse aspecto. Quantas e quantas vezes a mulher, no silêncio, diz sim ao marido, quando por dentro está louca para lhe dizer não? Precisamos de liberdade, força, decisão sairmos do atoleiro das inquietações e das silenciosas infelicidades. O “não” tem que ser um muro de autorrespeito, de limites que devemos construir para nos proteger diante de pedidos ou exigências indevidas. O autorrespeito não dispensa, jamais, a prontidão do “não” quando alguém quer avançar ou tenta avançar o sinal da nossa paz e da nossa liberdade. Dizer sim é simpático, é concordância, tolerância, mas… Nós sabemos quantas vezes já dissemos “sim” quando por dentro ardíamos por um sonoro não. O “não” deve estar assentado sobre nossa liberdade e sobre o que nos incomoda ou não feche com o nosso jeito de ser. Vilipendiar-se dizendo “sim” para não ser desagradável vai desagradar os nossos emocionais, e são os nossos emocionais que respondem pela nossa saúde e pelo bem-estar da nossa paz. Passar pela vida dizendo sim é anular-se a pessoa e, insisto, ela faz isso por medo, para parecer educada ou para não criar problema mesmo. Comportamento típico da maioria das mulheres diante de seus amásios. Erro crasso. Dizer não é liberdade e autorrespeito quando as coisas não nos convêm. Liberdade e respeito exigem gritantes “nãos”…
MENTIRAS
Governos mentem muito. Ouvi cansativas vezes que no Réveillon de Copacabana havia 2,5 milhões de pessoa. Nem no dia do Juízo Final haveria tanta gente, vão mentir para o capeta. E assim, aqui entre nós, sobre a limpeza das praias e sobre o número de turistas vindos de fora. Muita sujeira e papo furado para enganar a tropa lá de fora e atrair vindas turísticas. E o caminhão do lixo, será que tem passado em Florianópolis? Disso eles não falam…
MOTIVOS
A agressão a Venezuela não foi por narcotráfico ou questões parecidas, foi unicamente porque a Venezuela tem a maior reserva de petróleo do mundo. Não foi por ditadura, o mundo está cheio de ditaduras e os safados prepotentes nada fazem por esses povos. Mas abramos os olhos, o Brasil é o país mais rico do mundo, temos tudo em nosso solo e os ordinários sabem disso… Mas aqui o furo será mais embaixo, ah, será…
FALTA DIZER
Amigo me ligou arrasado. Voltou ao trabalho, agora no dia 2 de janeiro, foi chamado à direção e demitido. Causa? Nenhuma, aparentemente. É isso, sociedade capitalista, as pessoas precisam se lembrar de melhorar continuamente seus “produtos”, isto é, a si mesmas. E ainda assim…