Poupança perde recursos 

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Por: OCP News Jaraguá do Sul

quinta-feira, 02:36 - 08/09/2016

OCP News Jaraguá do Sul
O volume de recursos retirados da poupança em agosto somou R$ 4,466 bilhões. É o oitavo mês seguido que os saques superam os depósitos na poupança. O volume de saques foi bastante superior ao registrado em julho, quando R$ 1,115 bilhão deixaram a poupança. Ainda assim, foram menos intensos do que em agosto do ano passado, período em que R$ 7,502 bilhões saíram da caderneta, o pior resultado para o mês desde o início da série histórica, em 1995. No acumulado do ano, os saques na poupança somaram R$ 48,187 bilhões. O resultado é próximo ao verificado entre janeiro e agosto de 2015, quando R$ 48,497 bilhões deixaram a caderneta. linha azul

Vitalin comemora 16 anos com planos para liderar o mercado

vitalin

Ao longo dos últimos anos, o mercado de alimentos saudáveis tem crescido a passos largos no Brasil. Nos últimos cinco anos, por exemplo, um estudo elaborado pelo Euromonitor verificou um crescimento de 82% neste segmento. Apenas o mercado de produtos sem glúten apresenta um crescimento anual de 25% a 27%. Acompanhando este movimento favorável, a jaraguaense Vitalin Sem Glúten comemora, nesta quinta-feira (8), 16 anos de atuação seguindo com investimento em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos. Para conquistar o mercado, a empresa também apostou em uma nova identidade visual e na adequação das embalagens. “Queremos chegar em 2020 como a marca preferida dos consumidores e liderar o mercado nacional de produtos sem glúten. Apesar de sermos especializados neste segmento, nosso público não se restringe às pessoas com intolerância. Por isso, focamos em ser referência em sabor e saúde na mesa dos brasileiros”, explica o fundador da empresa, Rogério Manske. Dentro desta proposta, em 2016, a empresa ampliou o portfólio com o lançamento de mais 12 produtos sem glúten: a primeira linha de aveias com frutas desidratadas, uma linha de biscoitos salgados e cinco opções de misturas para bolo de aveia e bolo de caneca. “Para o próximo ano, a previsão é lançar uma linha de produtos diet”, revela Rogério. Com mais de 30 colaboradores e representantes comerciais em todo o país, a Vitalin produz mais de 600 toneladas de alimentos por ano e se prepara para entrar no mercado internacional. “O primeiro passo para internacionalizar a marca foi a conquista do selo Gluten-Free (GF) que garante que nossa produção é livre de contaminação cruzada”, finaliza o fundador. linha azul Energia mais barata A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou regras para a aplicação da chamada “tarifa branca”, que possibilita a cobrança de preços diferenciados dependendo do horário de consumo. A agência estabeleceu o prazo de 1º de janeiro de 2018 para que as distribuidoras de energia passem a oferecer esta opção aos consumidores. A nova regulamentação também determina que a adesão ao novo sistema de tarifas seja precedida de ampla divulgação e esclarecimento das regras aos consumidores. linha azul Produção de veículos cai  A produção de veículos do Brasil recuou 6,4% em agosto, na comparação com o mês de julho, o que representa 177,7 mil unidades a menos no mercado. A informação foi divulgada pela associação de montadoras, Anfavea. Na comparação com agosto do ano passado, o volume foi 18,4% menor. Apesar do cenário, a venda de veículos novos no país cresceu 1,4% em agosto, na comparação com julho, com 183,9 mil unidades comercializadas. Segundo especialistas da Anfavea, o número pode indicar crescimento para o fim do ano, com resultados mais expressivos em 2017. linha azul Varejo registra queda de 5,7% O comércio varejista registrou retração de 5,7% em agosto, na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo pesquisa do Serasa Experian. Apesar de ter sido a 13ª queda consecutiva neste critério de comparação, foi a menor dos últimos 11 meses. Em relação a julho deste ano, agosto apresentou retração menos acentuada, com queda de 0,9% nas vendas. O segmento de veículos, motos e peças registrou o pior resultado em agosto, com redução de 3,4% nas vendas. Na sequência vem o setor de móveis, eletroeletrônicos e equipamentos de informática, com recuo de 2,2%, e o de tecidos, vestuário e calçados, com queda de 1,3%.
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