Fabiana KochEstamos no primeiro mês do segundo semestre do ano. E é uma hora oportuna para se refletir sobre o que já foi feito e atingido até então neste ano. Será que os planos estabelecidos já foram concretizados? Será que se está no caminho? Caso os mesmos passos continuem sendo dados, onde é que se chegará? A verdade é que muita gente diz que faz planejamento, porém nem todo mundo faz o acompanhamento. Afinal planejamos pra quê? Para aumentarmos as chances de êxito. Engana-se quem acredita que planejamento é garantia de concretização. E engana-se também, quem diz que não vale a pena planejar. Sim, ainda hoje ouvimos pessoas dizerem que preferem não planejar para ‘deixar a vida me levar.’ O fato é que ser coadjuvante da própria vida pode em algum momento causar uma frustração enorme. Planejamos para traçarmos o passo a passo daquilo que precisa ser feito para se chegar a algum objetivo. Afinal, qual é o tamanho do seu sonho? Quando se está disposto a transformar sonhos em realidade, definimos o sonho como objetivo. E fazer tudo o que é possível e ecológico para se viver um sonho é fantástico e recompensador. Quando vejo pessoas com medo de planejar porque na realidade querem evitar frustrações, concluo que, ou falta autoconfiança ou o sonho nem é tão desejado assim. Quanto vale o seu sonho? Se você soubesse que pode ser o autor da sua história e se você não precisasse se justificar para ninguém, o que você faria para conquistar o seu sonho? 80% daquilo que atrapalha a concretização do que você deseja é criado na sua mente. Apenas 20% são fatores externos que podem atrapalhar. Ainda temos praticamente seis meses para realizar o que foi traçado para o ano. Então, faça a sua parte. Construa a sua história. Deixe a sua marca. Depois que tudo foi feito, relaxe e confie, o melhor acontece! Planeje, aja, acompanhe e viva o que você merece viver! Fique bem! linha flecha
Foto: Divulgação
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Incentivo O Governo do Estado publicou no Diário Oficial de quarta-feira (20) o decreto que prorroga, pela terceira vez, a redução de 12% para 6% o ICMS para a venda de suínos vivos originários de Santa Catarina. A medida, em vigor desde 1º de março, vale até 31 de julho e atende pedido da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) e da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc). O objetivo é garantir a competitividade aos produtores que comercializam os suínos com outros Estados. linha flecha 8,93% Foi o acumulado em 12 meses até julho no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação oficial. O índice variou 0,54% em julho, mais do que em junho, quando a taxa ficou em 0,40%. Os preços dos alimentos aumentaram 1,45% e foram os responsáveis pela alta do índice de junho para julho.