Apontado como setor estratégico para o desenvolvimento de Santa Catarina, o turismo responde hoje por quase 13% do Produto Interno Bruto (PIB) e emprega 127 mil pessoas. Para dinamizar as vocações de todas as regiões do Estado, a Fecomércio e a Federação de Convention & Visitors Bureaux promovem um painel sobre a Rota Setorial do Turismo de Santa Catarina em Jaraguá do Sul, hoje, a partir das 19h, no auditório do Cejas. O objetivo da parceria entre as duas entidades é compartilhar e discutir as medidas propostas no planejamento estratégico do setor para que o trade turístico possa utilizá-las no dia a dia e em ações futuras, levando em conta as potencialidades das doze regiões turísticas do Estado. “A Fecomércio conta com uma série de pesquisas que trazem um diagnóstico do turismo no Estado, com dados riquíssimos sobre os impactos do Verão (litoral), Inverno e Festa do Pinhão (serra), Oktoberfest (Vale do Itajaí), Festival de Dança (Norte) e Carnaval (litoral e Meio-oeste)”, observou o presidente da Câmara Empresarial do Turismo da Fecomércio SC, João Moritz. São indicadores que podem balizar as decisões do setor, já que há  diversos destinos turísticos para se explorar o ano todo. linha azul Comércio varejista vai se recuperando  Os indicadores de confiança no mês de setembro, que funcionaram como um ‘termômetro do mercado’ depois da mudança de governo, apontam para a recuperação do fôlego do comércio catarinense segundo o relatório divulgado pela Fecomércio. Embora as condições do mercado de trabalho e o crédito restrito ainda sejam um entrave para retomada do consumo, as variações positivas do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) e da Intenção de Consumo das Famílias (ICF) já mostram um horizonte de melhora no ambiente de negócios ainda em 2016. O ICEC atingiu 98,5 pontos em setembro, em uma escala de 0 a 200, o que representa alta de 6,1% no mês e 15,3% no ano. Este foi o quarto mês consecutivo de alta. linha azul Mercado atrai estrangeiros O Brasil é destaque neste mês outubro entre os países emergentes em atração de recursos de investidores estrangeiros, especialmente para as ações, afirmou o Instituto Internacional de Finanças (IIF), formado pelos 500 maiores bancos do mundo e com sede em Washington. Só na renda variável, o mercado brasileiro atraiu US$ 800 milhões em pouco mais de dez dias, enquanto outros mercados, como África do Sul, Coreia e Tailândia registram fuga de capital. linha azul Condomínio industrial Empresários que buscam uma oportunidade para ampliar suas empresas ou instalar um parque fabril em local de fácil acesso aos portos e aeroportos do litoral catarinense podem se inscrever no termo de cessão de uso da Área Industrial Francisco José Doubrawa, oferecido pela prefeitura de Guaramirim, com abertura dos envelopes prevista para o inicio de dezembro. O prefeito Lauro Fröhlich fez a apresentação oficial Área Industrial durante a plenária da Aciag, na segunda-feira. Fröhlich explicou que são 16 terrenos, com medidas de 6 mil m² a 17 mil m²,  um dos terrenos foi cedido para Celesc construir uma subestação e o outro aguarda parecer técnico. O local, com área total de 164.208 m², conta com infraestrutura, com ligação elétrica, água, aterro e com projeto técnico para pavimentação do acesso pela BR 280. linha azul Qualificação necessária  O Brasil terá de qualificar 13 milhões de trabalhadores entre 2017 e 2020 para ocupações industriais de nível superior, técnico e de qualificação, aponta estudo elaborado pelo Senai. De acordo com o documento, as áreas que mais vão demandar trabalhadores qualificados nesse período são: construção (3,8 milhões), meio ambiente e produção (2,4 milhões), indústria metalmecânica (1,7 milhão), alimentos (1,2 milhão), vestuário e calçados (cerca de 974 mil), indústria petroquímica e química (327 mil) e madeira e móveis (258 mil trabalhadores). linha azul R$ 33 Bi de repatriação Até o começo da semana, a Receita Federal já havia arrecadado R$ 33,1 bilhões com a repatriação de recursos de brasileiros no exterior. Esse montante  corresponde a impostos e multas sobre R$ 110,5 bilhões regularizados. O prazo termina dia 31 de outubro porque a Câmara dos Deputados desistiu de votar um projeto de lei que alteraria as regras atuais da lei que permite a regularização no Brasil de bens de origem lícita que estavam fora do país, mas não haviam sido declarados à Receita. O resultado parcial corresponde a 15.109  Declarações de Regularização Cambial e Tributária de pessoas físicas e 45  de pessoas jurídicas.