Segundo prévia de indicador de confiança da indústria, divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o setor sinaliza que está mais otimista com o futuro. O índice aumentou 1,2 ponto de agosto para setembro, passando de 86,1 para 87,3 pontos, compensando a queda no mês anterior. O Índice da Situação Atual (ISA) recuou 0,5 ponto, para 84,7 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) avançou 2,7 pontos, para 90,0 pontos. Ao mesmo tempo em que a avaliação da situação atual piorou, melhoraram as expectativas em relação aos meses seguintes, “indicando que o setor continua mais otimista com o futuro que satisfeito com o presente”, diz estudo. linha azul No Brasil, PIB do Agronegócio avança De acordo com dados da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o Produto Interno Bruto do Agronegócio brasileiro cresceu 0,62% em junho e registrou alta de 2,45% no primeiro semestre deste ano. Isso em comparação com o igual período de 2015. Esse crescimento semestral se deve principalmente à alta na cadeia produtiva da agricultura, que registrou avanço de 3,64%. Apesar de todos os setores do agronegócio apresentarem avanços no primeiro semestre, o setor primário se destacou, com expansão de 3,05% atribuída à alta dos preços agrícolas, o que compensou a queda na produção, especialmente de soja e milho, afetada pela seca. O PIB da Agroindústria teve alta de 2,28% no primeiro semestre de 2016 em comparação com o mesmo período de 2015, principalmente devido à indústria de processamento vegetal. linha azul Prévia da inflação sobe 0,23% A prévia da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo–15 (IPCA-15), ficou em 0,23% em setembro deste ano. No Brasil todo, a taxa é menor se comparada com a de agosto (0,45%) e setembro do ano passado (0,39%), segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  O recuo da taxa na prévia de setembro foi influenciado principalmente pela queda de preços, a deflação, de 0,01% nos alimentos. Entre os produtos que contribuíram para esse resultado estão a batata-inglesa (-14,49%), cebola (-12,3%), feijão-carioca (-6,05%), hortaliças (-6,03%) e leite longa vida (-4,14%). linha azul Mercedes investe R$ 70 mi em pista Em fase de reestruturação de operações para reduzir uma ociosidade produtiva que passa de 50%, a Mercedes-Benz do Brasil anunciou a construção de uma pista de testes e centro de desenvolvimento de novos produtos. Em construção na cidade de Iracemápolis (SP), ao lado da fábrica de automóveis que o grupo inaugurou neste ano, a pista, com 1,3 milhão de metros quadrados será a maior e mais completa do hemisfério sul. O projeto custa R$ 70 milhões e será inaugurado no fim de 2017. linha azul Loja Ayrton Senna abre Aproveitando o GP do Brasil, que vai acontecer em novembro, a primeira loja da marca Ayrton Senna vai finalmente abrir as portas. Em São Paulo, o estabelecimento será aberto em outubro, no complexo de kart Speedland. Serão vendidos cerca de 800 produtos licenciados do ídolo brasileiro. A maior novidade será a linha de vestuário, que ainda não é vendida no Brasil. linha azul fabiana koch Falar em público e a política Dizem que o ser humano tem mais medo de falar em público do que morrer. Essa frase é antiga, e se é realmente o maior medo da humanidade eu não sei, mas que a grande maioria evita pegar o microfone na mão, isso é real sim. Se a disciplina ‘oratória’ fizesse parte da grade curricular das escolas, de repente esse problema pudesse ser amenizado. O que faz as pessoas terem esse medo? Muitas vezes é porque não sabem como fazer. Não conhecem técnicas ou simplesmente porque não pensam em como fazer. Fica sempre mais fácil dizer que não sabe, ou que não quer fazer. Falar em público é sempre uma oportunidade de se vender uma ideia, produto ou a si mesmo. O problema é quando a pessoa não se prepara para falar e a mensagem acaba não sendo transmitida. Observo muito isso acontecendo nesse momento atual. Tantos candidatos a cargos públicos e infelizmente poucos preparados para transmitir suas propostas e mostrar quem realmente são. Digo isso porque muita gente com boas intenções pode não estar sabendo “vender o seu peixe”.  Sem preparação fica difícil convencer. E a conclusão que chego é que se existe amadorismo na pré-eleição, é provável que o amadorismo perdure durante a gestão também. Nas empresas funciona assim: você é contratado porque é um excelente profissional, tem competências, tem empregabilidade alta e um histórico no seu currículo que faz a empresa acreditar que realmente você é a pessoa ideal para aquele cargo.  Ninguém é contratado com a expectativa de que vai se sair melhor depois da entrevista. Na entrevista é a hora de se vender. Falar bem em público é uma competência básica que deveria fazer parte de todos aqueles que nos representam. E essa competência precisa estar equivalente ao histórico. Ninguém nasce sabendo falar bem em público. Com técnica, estudo e preparação todos podem. Que tal escolhermos representantes realmente preparados? Desejo que você escolha consciente e que fique bem. Fique Bem!