Em artigo publicado na imprensa, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Julio Garcia (PSD), destaca a importância e a necessidade de avanços em relação à participação das mulheres na política. “A presença da mulher na política não se resume a teorizar sobre ter cotas ou não. E sim sobre a presença efetiva e marcante delas”, destacou, em texto alusivo ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março. O parlamentar ressalta a importância do trabalho feminino num ambiente predominante masculino. “A representatividade feminina efetivamente contribui para a construção de sociedades mais democráticas e justas”. Julio Garcia ressalta ainda a capacidade de liderança das mulheres. “Mulheres líderes muitas vezes se destacam por sua capacidade de conduzir processos com empatia, resiliência e integridade”, pontou.
Maior participação
No texto de autoria de Julio Garcia, um ponto merece reflexão: “De acordo com dados do TSE, nas eleições gerais de 2022, apenas 17,7% dos assentos na Câmara dos Deputados foram ocupados por mulheres. No Senado, esse percentual foi ainda menor, de aproximadamente 12,34%. Na Assembleia Legislativa, apenas três mulheres foram eleitas, de 40 deputados”.
Segurança
Dados da Secretaria da Segurança Pública revelam redução em crimes como roubo, furto, lesão corporal dolosa, vias de fato e importunação sexual. O levantamento feito de 28/02 a 5/3, dentro do Carnaval, comparado com 2024, mostrou queda de 52,6% em roubo, 43,8% em furto, 32,3% em lesão corporal dolosa, 42,8% em vias de fato e 73,2% em importunação sexual.
PRF fora do Gaeco

Foto: Arquivo/PRF
O Superintendente da PRF em SC, Manoel Bittencourt informou ao Procurador-Geral de Justiça, Fábio de Souza Trajano, que por decisão do Ministério da Justiça, a corporação está fora da força-tarefa do Gaeco, no combate à criminalidade em SC. A justificativa é de que falta “segurança jurídica” para a colaboração e que a PRF tem que cuidar das estradas.
Perplexidade
Fábio Trajano, chefe do MPSC, ficou perplexo com a decisão vinda de Brasília. Para ele, sem a PRF no Gaeco, o combate à criminalidade fica fragilizado. Ele espera que a medida seja revista. A decisão, além de equivocada, sinaliza que para o governo federal o combate às irregularidades, inclusive na administração pública, não é prioridade. Fato lamentável!