Durante muito tempo, o networking significou apenas participar de eventos, apresentar empresas e ampliar a lista de conexões profissionais. Porém, em cenários cada vez mais disruptivos e competitivos, essa lógica já não responde às necessidades reais de negócio algum.
O que ganha força, hoje, são as conexões mais profundas, onde, diante de outros profissionais, permite-se o acesso a experiências, que dificilmente aparecem em manuais de gestão.
Devem ser conversas sobre erros, desvios de rota, decisões difíceis, crises superadas, contratações mal feitas, estratégias que funcionaram e caminhos que precisaram ser abandonados. Por exemplo, um empreendedor, que enfrenta dificuldades para escalar uma operação, pode encontrar alguém que já passou por esse ponto.
Também, um líder pode ouvir de outro sobre custos invisíveis do crescimento e, se prestes a tomar uma decisão importante, pode validar hipóteses, testar argumentos e perceber riscos ainda não considerados.
Em resumo: um networking de qualidade vai muito além da mera troca … de cartões.