Parabéns, Polícia Federal O Brasil parou nessa semana ao ler a notícia da prisão de brasileiros supostamente ligados ao Estado Islâmico (EI). Foram dez pessoas presas e, inclusive, um professor de uma universidade federal do Rio de Janeiro, que foi extraditado por suspeita de terrorismo. Em que pese que eram, na grande realidade, um bando de amadores, loucos, depravados que mal sabiam o que estavam fazendo, apresentavam um grande risco. São esses doidos que a troco de nada amarram bombas pelo corpo e se sacrificam matando várias pessoas. É obvio que o EI não sabia da existência do grupo de doidos, mas agora, com tamanha repercussão, sabem! Parabéns, Polícia Federal, parabéns Ministro da Justiça e a todos que se empenharam em aprovar a Lei Anti Terrorismo brasileira, que possibilitou essas prisões. O texto que passou em 2015 pelo Senado e teve a votação final em fevereiro deste ano, na Câmara, passou a prever como crime a realização de atos preparatórios para ataques terroristas. Antes da lei, não havia essa previsão. A pena para os atos preparatórios de terrorismo é a mesma aplicável ao ato quando consumado, diminuída de um quarto à metade. Isso inclui o recrutamento, a organização, o transporte e o treinamento de pessoas em outros países. No caso dos presos da Operação Hashtag, da Polícia Federal, os presos planejavam, por telefone e por mensagens de texto, adquirir equipamentos para cometer crimes dentro e fora do Brasil. O texto aprovado pelo Congresso prevê pena de reclusão de 12 a 30 anos em regime fechado, sem prejuízo das penas relativas a outras infrações decorrentes desse crime. linha flecha Mídia mais ou menos Enquanto nós, apoiadores da polícia, nos preocupamos em elogiar esse belo trabalho de investigação e prevenção, ontem fiquei novamente enojado ao ver reportagens em alguns sites que, a todo custo, tentavam desmerecer a operação e vitimizar os presos, como se eles fossem boas pessoas, apenas simpatizantes de um grupinho que filma pessoas sendo explodidas, decapitadas e fuziladas, algo muito básico, não? A mãe de um deles chegou a dizer que o filho foi para o oriente médio estudar, que dá aulas de árabe, que sabe tudo sobre o islamismo, que grava vídeoaulas sobre aquela cultura, mas que não sabia que na foto que saiu dele da Veja, a bandeira que ele segurava era do Estado Islâmico. Ah, para né, conta outra! Para piorar o “impiorável”, em uma entrevista com a esposa de um dos presos, a primeira pergunta do repórter era sobre como foi o tratamento da Polícia Federal. Ou seja, a polícia tem indícios de que o cara quer fazer besteira, matar várias pessoas, e tem que chegar, tocar a campainha e tomar um café com o cidadão. Lindo! linha flecha Ousados Pela segunda vez em pouco tempo nossa região é palco de uma falsa blitz realizada por criminosos. Eu me pergunto, aonde vamos parar? Olhem a que ponto chega a ousadia dos criminosos que se fardam como policiais, que colocam cones e abordam veículos como se fossem da polícia. Agem utilizando o respeito que as pessoas têm pela instituição e como se estivessem no velho oeste. O que ocorreria se uma viatura da polícia de verdade passasse por aquele local? Tragédia eu garanto! linha flecha Gostei Uma balada bem conhecida de Florianópolis, seguindo o exemplo de outras casas noturnas, igualou o preço da entrada para homens e mulheres. Segundo a direção, é uma maneira de mostrar igualdade! Lindo, a igualdade não tem que ocorrer só no salário, mas em tudo. Tenho certeza que as gatas gostaram.