Recentemente falecido, o superatleta Oscar Schmidt, o segundo maior pontuador da história do basquete mundial no país do futebol, deixou um legado impressionante, não apenas como atleta. Ele foi, também, um filósofo, um pensador!!!
Certa vez, instado a comentar o seu apelido “Mão Santa”, ele disparou direto, com seu conhecido feitio: “Mão Santa é o caramba! É mão treinada! Acho que ninguém treinou tanto quanto eu treinei.
“Nos dois treinos por dia, eu dava mais de 1.000 arremessos, sem folga, mesmo nos finais de semana, só saindo da quadra após acertar vinte cestas seguidas. No total, eram umas oito horas diárias de treino, ou seja, meus números e taxa de acertos foram fruto disso”.
Ou seja, não existe “destino pronto” a partir de um dom natural. O sucesso depende do encontro entre talento, oportunidade e contexto, sendo resultado sempre de muito trabalho, adaptação e… escolha!!!