O governo federal tem pronta uma lista de dez aeroportos para serem concedidos ao setor privado na nova rodada de privatização do setor, a partir do segundo semestre de 2017 — após o leilão dos quatro já anunciados (Fortaleza, Salvador, Porto Alegre e Florianópolis). Os próximos são Curitiba, Recife, Belém, Vitória, Goiânia, Cuiabá, Manaus, Maceió, São Luís e Foz do Iguaçu. A novidade dessa vez será a licitação em blocos: quem arrematar o filé terá de ficar também com o osso, na proporção de um lucrativo para até três deficitários. pista-aeroporto-salvador Podem ser incluídos, neste caso, Jacarepaguá, Pampulha e Juiz de Fora, por exemplo. A nova modelagem trata também do futuro da Infraero que seria transformada numa holding — com a criação de uma subsidiária de capital aberto, juntando os principais ativos da estatal, que são os terminais de Santos Dumont e Congonhas. linha azul Cooper faz caminhada A comunidade de Jaraguá do Sul e região têm até hoje para se inscrever na Caminhada Movimento Cooper que ocorre no próximo domingo (18). O evento é uma iniciativa da Cooper e visa incentivar a prática de atividades físicas e promover saúde, integração e qualidade de vida para a comunidade. Para se inscrever, basta comparecer a uma das filiais com um quilo de alimento não perecível (exceto sal). Todos os donativos arrecadados com as inscrições serão repassados para a entidade Amigos em Ação. No último domingo (11), o evento foi realizado em Blumenau e contou com mais de 1,2 inscritos. linha azul Mudança nos editais de licitação O governo federal deve retirar das agências reguladoras o papel de elaboração de editais e contratos de concessão. A mudança será publicada nos próximos dias. A proposta é que os editais e contratos sejam elaborados pelos ministérios e que as agências sejam fortalecidas no papel de fiscalização e regulação dos contratos de concessão. Também ficará com os ministérios a realização operacional dos leilões. linha azul Dinheiro de plástico Os brasileiros gastaram mais de meio trilhão de reais usando cartões de crédito e débito no primeiro semestre deste ano, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). O valor, de R$ 546 bilhões, representa uma alta de 7,2% em relação ao mesmo período de 2015. A maior parte do volume foi de gastos usando cartões de crédito, de R$ 337 bilhões. Já os cartões de débito foram utilizados em R$ 209 bilhões em gastos. linha azul Campanha ‘Eu ajudo na lata’ tem novo ponto de coleta Uma simples lata de refrigerante ou cerveja pode ajudar a melhorar a vida de pessoas com problemas de locomoção. Para isso, basta retirar o lacre e doar à campanha ‘Eu ajuda na lata’,  da Unimed, que, a partir de agora, possui mais um ponto de coleta em Jaraguá do Sul. A campanha busca arrecadar lacres de alumínio para, depois, revende-los. Com o valor, são adquiridas cadeiras de rodas e demais itens que proporcionam mais acessibilidade a portadores de deficiências. O ponto de coleta confirmado nesta semana, é no Posto Marechal. linha azul Claro vai além do celular e investe em relógio conectado Pegando carona na internet das coisas, a Claro está lançando um relógio com celular voltado para o público infantil. Batizado de Kids On, o acessório vai custar R$ 360. É a primeira iniciativa envolvendo uma operadora de telecomunicações no Brasil. Até então gigantes como Google, Apple e Samsung estavam à frente da estratégia. linha azul Otimismo com iPhone leva ações da Apple a ganho de 10% As ações da Apple atingiram a máxima de 2016 esta semana com seu valor de mercado superando os US$ 600 bilhões pela primeira vez desde abril, e Wall Street apostando que o mais recente iPhone ajudará nas vendas. Alimentados por relatos de fortes encomendas do iPhone 7 em operadoras de telefonia móvel norte-americanas, assim como o amplamente divulgado recall dos smartphones Galaxy Note 7, da rival Samsung, as ações da Apple subiram para US$ 113,03, um ganho de 10% nos últimos três dias. Sua capitalização de mercado alcançou quase US$ 607 bilhões, ante US$ 535 bilhões da Alphabet e US$ 440 bilhões da Microsoft.