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Por: Luiz Carlos Prates

03/01/2026 - 07:01

Quando as coisas fecham com os nossos desejos, quando conseguimos algo por que muito lutamos, costumamos dizer que tal coisa nos coube como uma luva… Caber como uma luva é algo que se ajusta muito bem aos nossos desejos. Já quando as coisas não se ajustam como uma luva em nossas vidas, bah, é uma danação. Vale para tudo? Vale para duas questões básicas: o trabalho e o casamento. Se essas duas vivências não se ajustarem como uma luva em nossas vidas elas serão arames farpados em nossas cabeças. Inquietações, insatisfações, infelicidade mesmo. Agora, fique claro, tudo depende de nós, da nossa cabeça, dos nossos valores e, muito, dos porões do nosso subconsciente. O subconsciente dirige a nossa vida. O que pensamos ser uma decisão iluminada da nossa cabeça costuma ser algo mandado pelo subconsciente. Não temos escape, talvez uma boa psicoterapia ajude, mas… Não garante. Escolhemos nossos pares, ela ou ele, pelos ditames do subconsciente. Mais das vezes a escolha se alicerça num determinado tipo humano que um dia cruzou nossos caminhos, alguém que um dia foi desejado por nós ou… qualquer outra artimanha do subconsciente. Difícil escapar, até por que quando nos apaixonamos perdemos a noção do certo e do errado. Só vamos acordar para o eventual erro quando… Acordarmos. Vale para o trabalho. Agora virou moda de os vadios buscarem trabalho numa área que se ajuste às suas características e desejos… Sim, ótimo, mas… A coisa só vai dar certo se entendermos que o mercado de trabalho exige, antes de tudo, boa vontade e nossos ajustes técnicos e emocionais às características do trabalho. Chegamos a uma empresa, estamos diante de um novo ofício, o que fazer de imediato? Conhecer a empresa, seus produtos, seu mercado, suas características humanas, seus concorrentes, tudo e… Ajustarmo-nos a esse trabalho. O mais é querer moleza. Se nossos “casamentos” na vida não se ajustarem como uma luva aos nossos emocionais vamos viver gemendo. O mercado da vida é amplo e irrestrito, o cliente desse mercado somos nós, cada um de nós, então, somos nós a decidir o que levar para casa: uma luva ou um martelo. Somos nossas escolhas na vida. Mas nunca esquecer que a nossa colheita na horta da vida vem dos pensamentos, dos nossos valores. Então, pisshh.

HORRORES

O convívio nas praias de Santa Catarina é para quem tem estômago, lixos de “todos” os tipos… Sem falar nas caixas de som em volume máximo, e incríveis desaforos humanos, como o de um casal com um filho de não mais que dois anos de vida. A criança num carrinho, torrando no sol, e os pais ouvindo música e bebendo. Não fosse a intervenção da PM, sempre ela, boa e oportuna, a criança teria morrido “queimada” e “surda” por desatenção dos paisinhos… Horrores.

LÁGRIMAS

Cresci ouvindo pais arbitrários dizendo aos meninos que “homem não chora”. Resultado disso é que os homens frustrados, impotentes, seguram as lágrimas diante de suas frustrações e agridem ou matam. Chorar não é covardia, pode ser alegria ou sentimento agudo, emoção ferina, lesiva à alma. Não fosse por isso, por que mulheres e homens teriam, por igual, glândulas lacrimais? Os covardes trocam as lágrimas por violência…

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FALTA DIZER

Descaro e hipocrisias. Ou lucros silenciosos? Publicidades de cigarros e bebidas alcoólicas foram proibidas, por que os representantes do povo até agora não proibiram as jogatinas de “bets”, jogatinas que produzem falências, divórcios e suicídios? O que está por trás dessa liberdade lesiva e destruidora? Hein, representantes do povo?

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Luiz Carlos Prates

Jornalista e psicólogo, palestrante há mais de 30 anos. Opina sobre assuntos polêmicos.