A segunda pesquisa Neokemp/OCP, publicada nesta quarta-feira, mostra que o simples aparecimento do nome do deputado estadual Antìdio Lunelli (MDB) foi suficiente para alterar as projeções na disputa às duas vagas ao Senado. Sem ele, Carol de Toni e Carlos Bolsonaro (ambos do PL) se aproximavam dos 50% das intenções de votos, consolidando seus nomes com prováveis vitoriosos – isto considerando o somatório do 1º voto com o 2º voto. Com Lunelli, Carlos ainda se mantém com 47,6%, mas Carol cai para 40% – ainda com boa vantagem sobre o terceiro, Décio Lima (PT), que aparece com 23,5% -, mas já com sinal de alerta ligado. Lunelli entrou na disputa recentemente e, amparado por sua trajetória vitoriosa, deve crescer. Mesmo assim, larga com 19,2%. Outro ameaçado com Lunelli é Esperidião Amin (PP), que ficou atrás de Décio Lima (PT) – 22,3% a 23,5%.
Rejeição
De acordo com a pesquisa Neokemp/OCP , Carlos Bolsonaro segue como o mais rejeitado entre os postulantes ao Senado. O filho 02 soma 33,1%, superando Décio Lima (28,1%) e Afrânio Boppré (24,15%). Considerando o predomínio da direita em SC, chama a atenção o nariz torcido ao ex-vereador carioca no estado.
Governo
A pesquisa Neokemp/OCP consolida os nomes de Jorginho Mello (PL) e João Rodrigues (PSD) na disputa ao governo, com ampla vantagem do atual governador (52,3% a 20,4% neste levantamento em junho, contra 54%2% a 18,3% em maio). Mesmo com ligeira queda, dentro da margem de erro (3,1%), há chances de vitória no 1º turno.
Presidência
Flávio Bolsonaro (PL) se mantém com folga na liderança à presidência, na Neokemp/OCP News. Se dependesse do eleitor de SC, o filho 01 já poderia mandar preparar o terno da posse. Lula, mesmo com crescimento de 1% de maio para junho (24,3% para 25,5%) ainda segue atrás. Os demais dispensam comentários.
Alinhamento

Foto: Pedro França/Agência Senado
A pesquisa Neokemp/OCP faz um levantamento de alinhamento do eleitor para presidente e, considerando os entrevistados de SC – foram 1008 em 93 cidades com margem de erro de 3,1% e confiabilidade de 95% – 61,3% tem certeza em quem votará para o Planalto. Em maio, esse número era de 51,8%.