A pré-candidatura de Antídio Lunelli, ao Senado, tem ganhado força a cada nova semana. Nos bastidores, o que mais chama atenção é a forma como ele vem sendo recebido em diferentes regiões do Estado.
Empresário e ex-prefeito de Jaraguá do Sul com gestão amplamente aprovada, Lunelli carrega um ativo que poucos têm na largada: lastro. Sua trajetória fora da política tradicional, aliada a uma passagem pelo Executivo marcada por resultados concretos, tem facilitado a aproximação com lideranças em todas as regiões e com os setores produtivos.
Outro fator relevante é a capacidade de diálogo. Mesmo sendo do MDB, partido que passou os últimos anos fragmentado, Lunelli tem conseguido transitar bem entre diferentes siglas, inclusive dentro da própria chapa majoritária liderada pelo ex-prefeito de Chapecó João Rodrigues (PSD).
Há ainda um componente regional importante. Com base consolidada no Norte do Estado, especialmente em Jaraguá do Sul e região, Lunelli parte de um núcleo eleitoral fiel e com potencial de expansão. Em uma eleição de voto majoritário e pulverizado, esse tipo de base pode fazer diferença no resultado final.
Some-se a isso o momento político. Há um eleitorado crescente que busca perfis ligados à gestão, ao empreendedorismo e à entrega de resultados — exatamente o campo em que Lunelli construiu sua imagem pública.
A leitura entre observadores é clara: se mantiver esse ritmo e ampliar sua presença no Estado, Antídio Lunelli pode surpreender e levar a região a ocupar uma cadeira no Senado.
Impostos
O Senado vai analisar a PEC 5/2023, que amplia a imunidade de impostos para igrejas e outras instituições. A proposta prevê que o benefício também seja aplicado à compra de bens e à contratação de serviços por entidades como creches, comunidades terapêuticas e organizações sem fins lucrativos. Para ter acesso à imunidade tributária, as instituições deverão cumprir critérios específicos, que ainda serão definidos por meio de lei complementar.
TSE alerta para golpe
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alerta para a circulação de mensagens falsas que informam supostas irregularidades no título de eleitor e cobram valores para a regularização. Segundo o Tribunal, todos os serviços eleitorais são gratuitos, incluindo emissão do primeiro título, transferência de domicílio e atualização de dados. O TSE e os Tribunais Regionais Eleitorais não enviam boletos nem solicitam pagamentos por WhatsApp, SMS ou e-mail. A orientação é desconfiar de cobranças e buscar somente os canais oficiais.