Leitor e leitora, nem tudo é como parece ser! Leia, releia essa frase e reflita comigo. A partir de agora, você é um perito criminal, ou um investigador. Você acaba de ser chamado para a cena de um crime. No local, você encontra uma pessoa enforcada. Qual a primeira coisa que passa na sua cabeça? Suicídio! Ok, vai isso para o laudo e caso arquivado. Mas, quantas e quantas pessoas já podem ter sido mortas e enterradas sob essa alegação de autoextermínio, sendo que na verdade haviam sido assassinadas... Vou começar por um caso mais recente: O corpo de uma menina de 12 anos foi encontrado por volta das 10h30min de quinta-feira (3) dentro de um contêiner em uma empresa de banheiros químicos em Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí. Ana Beatriz Schelter (foto acima) estava desaparecida desde quarta-feira à tarde, quando teria saído de casa para ir à escola. O dono da empresa encontrou o corpo dentro do compartimento, com uma corda no pescoço. A morte por enforcamento já está descartada. Ou seja, foi morta e plantada ali para tentar simular algo. Claro, o que o marginal imaginou? Que fazendo isso estaria se livrando da culpa, das investigações... Mas não é o que vai acontecer, em breve o autor deve ser capturado. Enfim, voltando ao tema, tomemos isso como aprendizado para prestarmos mais atenção nas coisas que ocorrem no nosso entorno, nem tudo é como imaginamos que seja, nem tudo ocorreu como achamos que aconteceu.

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Vagabundos aproveitadores Lembram que há algum tempo atrás comentei sobre alguns vagabundos que se fantasiaram de soldados do Exército, combatendo a dengue, para invadir e assaltar uma casa em Joinville? Pois é, os malditos foram presos pela DIC da cidade. A casa caiu para eles, safados! Foram picados pelo “Civilis egyptis” e contraíram a “prisãogunia”.

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E agora? Foi notícia em Jaraguá do Sul e região o caso da morte do Rocha, empresário dono do bar General Lee. Rocha foi encontrado enforcado na residência de praia, na cidade de Barra Velha. Muito se falou e muito se especulou, no começo todos pensavam em suicídio, mas, segundo fonte segura, as investigações podem apontar algo diferente. O delegado Aquira, de Joinville, está acompanhando o caso de perto e o laudo cadavérico, feito em Jaraguá do Sul, divulgado nessa semana, aponta que houve luta corporal, o que leva à possibilidade dele ter lutado com alguém e ter sido morto. A causa apontada foi asfixia. As investigações estão evoluindo e, assim que houver um resultado, vamos divulgar!