A produção da indústria brasileira cresceu 1,4% em março, na comparação com o mês anterior, segundo levantamento do IBGE divulgado ontem. O avanço é o maior desde janeiro de 2014, quando chegou a 1,8%. Em relação a março do ano passado, o setor, contudo, recuou 11,4%. No primeiro trimestre deste ano, a indústria acumula um recuo de 11,7%. Segundo a pesquisa, essa é a maior retração - para o período - desde 2009, quando a atividade fabril caiu 14,2%. Em 12 meses, o indicador sofreu redução de 9,7%, a maior desde outubro de 2009, quando chegou a 10,3%. De acordo com André Luiz Macedo, gerente de indústria do IBGE, o resultado positivo observado no mês de março “se deve muito mais a uma base de comparação mais baixa na medida em que a queda do mês anterior já tinha sido bastante relevante. De fevereiro para março, a principal influência positiva entre os setores analisados partiu da indústria de produtos alimentícios, que avançou 4,6%. Também cresceram as produções de máquinas e equipamentos (8,5%), de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (8,3%), de veículos automotores, reboques e carrocerias (2,7%), além de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (3,6%) e produtos de madeira (4,2%). O aumento do indicador mensal não foi maior porque a produção das indústrias de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, entre outras, recuou 6,5%.

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Eficiência energética A Suzano Papel e Celulose, em parceria com a WEG, implantou um projeto de Eficiência Energética para otimizar o consumo de energia. Segundo dados da Eletrobrás, a indústria é responsável pelo consumo de 42% da energia elétrica no Brasil. E os motores elétricos são os responsáveis por grande parcela desse consumo, chegando a utilizar 70% deste montante. O diagnóstico mostrou que os motores antigos consumiam mais energia que o necessário e que a troca por equipamentos de alta eficiência, aliada à automação do sistema, traria ganhos significativos. O resultado final da parceria com a WEG gerou uma economia média de 44% de energia elétrica, considerando todos os equipamentos inclusos no projeto.

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leandro schmoeckelDilma, Temer ou novas eleições? Não importa, temos que agir! Oatual cenário econômico de sucessivos meses de estagnação e retração causada pelo governo da presidente atual já comprometeu também os próximos anos. Mas, suponhamos que tenha êxito o processo de impeachment e o vice Michel Temer assuma o poder do Governo Federal, até ajustar os cargos e definir os novos ministros, traçarem planos e começarem as ações, já estaremos em 2017 ou 2018. Dados do FMI dizem que somente em 2018 que a economia brasileira voltará a crescer. Tendo como base essas conclusões do parágrafo anterior, vimos que da porta para fora não adianta muito esperar por dias melhores no curto prazo. Então, o que estamos fazendo para mudar os nossos negócios da porta pra dentro? Que ações estamos tomando como gestores de nossas carreiras, de nossas vidas e de nossas empresas, para mudar? Na plenária da semana passada, o Senai apresentou indicadores para diversos segmentos da indústria, informações ricas, tendências mercadológicas muito importantes para ajustar o leme para o rumo certo das nossas empresas. Você sabe onde está indo o mercado, onde sua empresa atua e se está fazendo algo para inovar e se diferenciar? Concluo acreditando que teremos em breve uma economia mais aquecida, mas que para chegar com nossas empresas até lá temos que passar pelo presente momento e não podemos mais esperar. Precisamos tomar atitudes neste momento com redução de despesas, mais foco nos negócios e demais ações que tragam novas oportunidades. Essas atitudes precisam ser realizadas agora e por você! E se precisar conte com a Apevi, pois juntos sempre seremos mais fortes!

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