O governo elevou o imposto incidente sobre as operações de câmbio para aquisição de moeda estrangeira, que passa de 0,38% para 1,1%. O decreto com a alteração no Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF) foi publicado ontem no Diário Oficial da União. Os demais instrumentos utilizados para a aquisição de bens e serviços no exterior, como cartão de crédito, de débito ou pré-pago, permanecem com alíquota de 6,38%. O aumento na arrecadação anual está estimado em R$ 2,377 bilhões. O coordenador-Geral de Tributação da Receita Federal, Fernando Mombelli, disse que a medida tenta alinhar a tributação do IOF em relação a outros instrumentos equivalentes nas operações com moeda estrangeira.

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Vacina na rede privada nesta sexta-feira A Imunizar - Clínica de Vacinas São José, por meio do Laboratório Fleming, de Jaraguá do Sul, recebeu mil novas doses da vacina contra Influenza e vai oferecer o serviço para a comunidade somente na próxima sexta-feira, dia 6 de maio, das 9 às 17 horas. A vacina é a tetra valente, a mais completa do mercado, que combate dois vírus da Influenza A e dois vírus da gripe B. Quem pode aproveitar das vacinas na rede privada são as pessoas que não fazem parte do grupo prioritário – acima dos três anos de idade. O valor é de R$ 120, e o pagamento pode ser feito no dinheiro ou cartão. O laboratório fica na Reinoldo Rau, no Centro. Mais informações no telefone 3275-2755 ou no 3379-1287, na Farmácia Kury.

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Curso de robótica Terminam na próxima quinta-feira, 5, as inscrições para o curso “Programação com Arduino Básico”. A capacitação é promovida pelo Grupo de Robótica da Católica de Santa Catarina, em Jaraguá do Sul. Os encontros ocorrerão durante quatro sábados, nos meses de maio e junho. Os interessados devem se inscrever no site www.catolicasc.org.br/jaragua-do-sul. Outras informações sobre o curso podem ser obtidas pelo telefone (47) 3275-8229 ou pelo e-mail mhenning@catolicasc.org.br.

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victor danichEmpreendedorismo e crise econômica A coluna Mercado deste Jornal publicou no dia 29/04/2016, dados interessantes sobre o número de empreendimentos registrados no mês de fevereiro, conforme o indicador Serasa Experian, que comportam desde fevereiro de 2014 até a presente data, 331.641 novas empresas. O número maior, diz a matéria, deve-se ao surgimento de novos empreendedores individuais, como resultado do aumento do desemprego com carteira assinada, que direciona estes para meios alternativos na obtenção de renda de forma autônoma. Vale a pena desatacar, que nesse cenário, o movimento de empreendedorismo inovador terminou criando novos desafios para o futuro. A saída foi fortalecer um movimento que aproximasse o debilitado setor empresarial às universidades. A lógica era gerar negócios a partir do conhecimento, configurando tal cenário como o ponto de partida do empreendedorismo inovador brasileiro, cujos principais protagonistas foram as incubadoras e os parques tecnológicos. Mesmo existindo inúmeras dificuldades iniciais, tal iniciativa propiciou um ambiente favorável à criação de incubadoras de empresas, como etapa inicial para se tornarem parques tecnológicos mais adiante, no momento em que as condições efetivas assim o permitissem. Com a criação da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos inovadores (Anprotec) em 1987, começou uma extensa articulação a nível nacional para a promoção e crescimento das incubadoras em todo o país, em consonância com o aparecimento de novas empresas no mercado. Acompanhando o crescimento das incubadoras, os projetos de parques tecnológicos começaram a se fortalecer e, já em 2000, com o Pacto Nacional pela Inovação Tecnológica, que teve como signatária a segunda Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, realizada em 2001, permitiu a consolidação das incubadoras tecnológicas no cenário nacional. Mesmo passando por um período de tranquilidade em termos de crescimento econômico, este movimento organizado de forma robusta gerou, através da Anprotec, uma dinâmica de valorização dos parques tecnológicos como um salto para o conhecimento científico. A consolidação desta configuração tecnológica, terminou favorecendo as iniciativas deste novo segmento empreendedor que está entrando no mercado por conta própria. De acordo com um estudo realizado em 2015 pela Anprotec, em parceria com o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o Brasil tem 384 incubadoras em operação, que abrigam 2.640 empresas, gerando 16.394 postos de trabalho. Estas incubadoras graduaram 2.509 empreendimentos, com faturamento de R$ 4,1 bilhões, empregando 29.205 pessoas. O mesmo estudo indica que 98% das empresas incubadas inovam, sendo que 28% com foco no âmbito local, 55% no nacional e 15% no mundial.

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