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História motivadora

Por: Luiz Carlos Prates

12/01/2026 - 07:01

Já puxei muitos tratores na vida, só eu sei, então… Alguns minutos durante o dia para degustar em paz um chimarrão não é sair dos trilhos dos compromissos, é descansar por alguns minutos, fim da tarde. Feito o chimarrão, ajeitada a cadeira, click, tevê ligada. E lá vou eu ao Sem Censura, no Canal Brasil com a Cissa Guimarães. Dia detes, fiz isso e dei de cara com uma mulher que achei, de primeira, muito simpática, o nome dela é Carmen… Deixemos assim, ainda que nada haja a me impedir de dizer seu nome todo. Deixemos assim, Carmem. Essa “guria” tem 55 anos. E ela contava da vida dela, uma vida que “começou” quando ela tinha 19 anos e… Foi diagnosticada com um câncer terrível. A partir dessa idadezinha, 19 anos, ela começou a sofrer todas as imaginadas dores do “inferno”. Um horror. Uma primeira cirurgia e nenhum resultado prático. Outra cirurgia e nada. Outra cirurgia e nada. E o problema cada vez mais complicado. Chegou à décima primeira cirurgia e outra vez, nada. Até que um médico disse a ela que não havia mais esperança, que ela tinha uns três meses de vida pela frente. Carmen desistiu de lutar? Ela contou que não, e decidiu aproveitar a vida. Fez as malas e viajou para a Suíça, onde ela tinha um grupo de amigas. Foi chegar lá e era uma festa atrás da outra, as amigas faziam tudo para alegrá-la. Carmen continuava firme por dentro, acreditava na vida e, no meio de uma festa, foi apresentada a um jovem, alto, forte, bonitão. E o rapaz ouviu da Carmen que ela estava vivendo seus diagnosticados últimos três meses de vida. O sujeito ouviu isso e disse, enfático: – “Então, vou viver esses três meses contigo, ao teu lado”. Resumo da história, Carmen está casada com o suíço há quase 30 anos. Um amor de novelas. E ela? Vivíssima, empreendedora, e praticante de esportes radicais, uma garotinha aos 55 anos, tudo isso depois de ter ouvido lá pela casa dos 20 anos que só tinha três meses de vida. Para mim, nada de novo nessa história. Seja qual for a doença, no estágio em que estiver, há possibilidade de cura, mas… Tudo vai depender da cabeça do “paciente”, que tem que deixar de ser paciente e tornar-se “agente” de sua vida. Carmen, kisses.

MENSAGEM

Liguei o rádio quando o locutor finalizava uma mensagem para a segurança no trânsito, ele dizia: – “Desacelere, seu bem maior é a vida”. E precisa dizer isso? Os “caídos” não sabem disso? Claro que sabem, mas querem se impor pela velocidade, “passando os outros para trás”, querem se exibir pela potência do carro, potência que eles não têm… E assim até a próxima batida ou derrubada do poste… “Caídos”.

PAIS

Ouço as notícias, mas não ouço um único jornalista baixando o sarrafo nos pais. Todos os dias nas praias de Florianópolis policiais dando voltas para encontrar os pais de crianças perdidas. Diga-me se tem cabimento crianças perdidas numa praia, um perigo medonho, e mesmo que não houvesse perigo, não tem cabimento crianças perdidas. E a gentalha vai culpar a quem depois de uma tragédia? Fazer filho é muito fácil…

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FALTA DIZER

A frase é virulenta, quem a deixou para a História foi a atriz Zsa Zsa Gabor, diz assim: – “Os homens amam com os olhos, as mulheres com seus ouvidos”. Impossível discordar. Os homens desejam o “material” e as mulheres são enganadas pelo que ouvem. Regra geral.

 

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Luiz Carlos Prates

Jornalista e psicólogo, palestrante há mais de 30 anos. Opina sobre assuntos polêmicos.