
Preço da gasolina subiu 3,09%, o que representa R$ 0,10 por litro, no bolso do consumidor - Foto: Eduardo Montecino/OCP Online
O Procon de Jaraguá do Sul divulgou ontem a pesquisa mensal dos preços de combustíveis na cidade e foi verificado um aumento de 3,09% no valor da gasolina comum deste mês, em comparação com março. Na prática, o aumento corresponde a R$ 0,10. Em março, o preço do litro custava R$ 3,462 e agora em abril, de acordo com a pesquisa, subiu para R$ 3,569. Se compararmos com o mês de abril de 2015, a variação é ainda maior: 8,58%. O preço médio da gasolina comum no ano passado em Jaraguá estava a R$ 3,287. A gasolina aditivada também registrou um aumento de 2,37% de março para abril, sendo que o preço médio variou de R$ 3,59 para R$ 3,675. O Diesel também subiu 0,45%. Já o álcool comum e o GNC continuam com o mesmo preço do mês passado: uma média de R$ 2,489 e R$ 2,199, respectivamente. O preço do gás GLP, de 13 quilos, teve uma queda tímida de 0,02%. O menor preço encontrado na cidade para gasolina comum, foi de R$ 3,449, em postos dos bairros Santo Antônio, Rio Cerro 1 e 2, e Garibaldi. A maioria com bandeira branca. O Procon realizou a pesquisa em 38 postos de combustíveis nos dias 5 e 6 de abril.* * *
CDLs defendem manutenção do decreto contra feiras itinerantes A Federação das CDLs de Santa Catarina reafirmou a importância em manter em vigor o decreto 366/2015, que restringe a atuação das feiras itinerantes (conhecidas como feirinhas do Brás) em Santa Catarina. “Os lojistas catarinenses são favoráveis às condições de igualdade nas operações e contrários à concorrência desleal, que prejudica toda a sociedade, com a sonegação de tributos”, esclareceu Ivan Tauffer, presidente da FCDL/SC. O presidente lembra que o decreto foi amplamente discutido antes de sua aprovação e teve proporcional divulgação pela imprensa. O líder lojista também nega prejuízo ao turismo de eventos no estado. “O turismo é um motor do varejo, temos envolvimento direto com o setor. E no ano passado, só em Florianópolis, tivemos 202 eventos, quase 10% acima do anterior, segundo o Convention Bureau da Capital”. Em muitos eventos, continua Tauffer, supostas feiras oferecem produtos que concorrem com o comércio formal. “Trata-se de uma afronta às leis que os lojistas são obrigados a cumprir quando abrem as lojas ou na renovação dos alvarás”.* * *

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