Fecomércio SC lança campanha contra a CPMF

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Por: OCP News Jaraguá do Sul

sexta-feira, 06:00 - 04/03/2016

OCP News Jaraguá do Sul
1602260100181 Bandeira histórica da Fecomércio SC, o combate à alta carga tributária ganha uma campanha estratégica em todo o Estado a partir deste mês. Com o mote “Já tá pesado demais”, em alusão à possível recriação da CPMF, a Federação reforça publicamente a contrariedade à volta do tributo e qualquer aumento de imposto. Só em Santa Catarina, a CPMF poderá retirar R$ 1,3 bilhão da economia, se aprovada com a alíquota de 0,2% sobre todas as transações bancárias, segundo a entidade. “Ressuscitar a CPMF é uma medida que nasceu impopular por ser um tributo que trava a competitividade e onera o contribuinte de ponta a ponta na cadeia produtiva: afeta desde o cidadão que paga o trigo até o que compra o pão. Nosso sistema tributário é bastante burocrático e oneroso - chega a quase 40% do PIB”, observa o empresário jaraguaense Bruno Breithaupt, presidente da Fecomércio SC. Para ele, o ajuste fiscal proposto pelo Governo Federal precisa ser pautado na redução do gasto e na revisão das funções do Estado, não em propostas de cunho arrecadatório. A campanha é protagonizada por um personagem representando o cidadão brasileiro envolto por uma “bolha tributária” e visivelmente cansado de carregar o fardo. Os outdoors espalhados pelo Estado, a fachada plotada da Federação e o personagem da campanha, que ganharão às ruas nos próximos dias, trazem cores fortes para imprimir a opinião combativa dos empresários do setor terciário contra o aumento da carga tributária.

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Agropecuária

colheita-de-soja-2012

Foi o único setor da economia brasileira que cresceu em 2015, com variação positiva de 1,8% frente a 2014. O crescimento é maior, inclusive, que o registrado de 2013 para 2014, quando o avanço foi de 0,4%. O destaque no ano passado foi para as lavouras de soja e milho.

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Desempenho da indústria

O PIB industrial no país em 2015 teve queda de 6,2% na comparação com o ano anterior. A construção sofreu contração de 7,6%, enquanto que a atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana caiu 1,4%. A indústria de transformação teve queda de 9,7%, com a redução do valor adicionado da indústria automotiva e da fabricação de máquinas e equipamentos, principalmente. O destaque positivo foi o desempenho da extrativa mineral, que acumulou crescimento de 4,9% no ano, influenciado pelo aumento da extração de petróleo e gás natural e pelo crescimento da extração de minérios ferrosos.

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Menos veículos novos

A quantidade de emplacamentos de veículos em Jaraguá do Sul teve queda de 70% no mês de fevereiro deste ano, em relação ao mesmo período do ano anterior. No segundo mês de 2016, 92 veículos entraram para a frota - que chegou a 111.741, segundo o Detran. Do total, 68.069 são automóveis.,

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3,8%

Foi a queda no Produto Interno Bruto (PIB) no ano de 2015, segundo o IBGE. Esse é o pior desempenho registrado desde 1990. A economia brasileira produziu R$ 5,9 trilhões no ano passado.

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R$ 28.876 

Foi o valor do PIB per capita em 2015.

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Investimento

A taxa de investimento no ano de 2015 foi de 18,2% do PIB, abaixo do observado no ano anterior (20,2%). A taxa de poupança foi de 14,4% em 2015 (ante 16,2% no ano anterior).

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Fabiana Koch

Felicidade

O tema felicidade é discutido desde a época de Sócrates. Este acreditava que a felicidade era responsabilidade do homem, e não do acaso. Muitos estudos já foram realizados para descobrir o que torna as pessoas felizes. Independente das descobertas e seus detalhes, a felicidade é considerada uma emoção positiva que motiva as pessoas a alcançarem objetivos nas mais variadas áreas da vida.

Quem se sente feliz, vive mais, tem um sistema imunológico mais forte, sabe lidar com problemas, tem mais sucesso nos relacionamentos, falta menos ao trabalho, ajuda mais ao próximo, são pessoas mais criativas e se autovalorizam, segundo o psicólogo Edward Diener.

A dificuldade da grande parte das pessoas é associar a sua própria felicidade a outra pessoa ou situação. As repetidas frases: “Vou ser feliz quando tiver a casa própria, vou ser feliz quando ganhar tanto de salário, vou ser feliz quando casar, ou quando for dono do meu negócio”, são apenas condições para que a felicidade seja sentida. Quando se relaciona felicidade a um fim, facilmente se esquece de perceber o caminho até se atingir o desejado. A felicidade pode estar presente em várias pequenas coisas, mas é preciso ter olhos para percebê-la.

Pessoas felizes trabalham melhor, pois produzem mais, são mais abertas a novas ideias e, naturalmente, são mais otimistas para com a vida. A felicidade atrai sucesso porque pessoas felizes atraem oportunidades. E se concordarmos que as oportunidades batem na porta de todos, mas não são todos que as aproveitam, podemos afirmar que pessoas acomodadas tem menos chance de viver momentos felizes. Afinal, se nada de novo acontece, é porque oportunidades não foram abraçadas.

A psicologia positiva afirma que o nível de satisfação para com a vida influencia no funcionamento humano, e sendo positiva pode melhorar tanto a vida profissional quanto a pessoal.

Buscar ser feliz é missão individual de cada ser. Estar feliz com as escolhas, e promover as mudanças necessárias para gerar felicidade, é tarefa de cada um. É muito arriscado criar expectativa nos outros, as chances de frustração são grandes.

“Faça a sua parte, já que até Sócrates afirmava que a felicidade depende do homem, e de nada mais, decida ser feliz, mesmo que a vida lhe traga desafios, agradeça e supere-os, mais uma oportunidade para se sentir feliz!”

Fique bem!

 
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