Disse Confúcio, o filósofo chinês: “não são as ervas daninhas que sufocam a boa semente, mas a falta de cuidado com aquilo que se quer ver crescer”.
Nesta metáfora, a semente representa tudo aquilo que possui capacidade de crescer, como uma habilidade, uma relação, um estudo ou uma mudança pessoal e as ervas daninhas lembram distrações, dificuldades e hábitos que disputam espaço com aquilo que se quer desenvolver.
E a mensagem não inclui controle absoluto sobre o ambiente. Ela chama atenção para os cuidados que continuam ao nosso alcance.
Sim, todo mundo começa algum projeto acreditando que a vontade inicial será suficiente, mas é a rotina dos dias comuns que decide o que realmente cresce, pois talento sem cuidado constante pode permanecer escondido.
Ou seja, o problema nem sempre está nas dificuldades ao redor, mas no abandono daquilo que precisava de efetiva atenção.
Em resumo, a boa semente só cresce realmente quando recebe cuidado… constante.