Clique aqui e receba as notícias no WhatsApp

Whatsapp

Entrada proibida

Por: Luiz Carlos Prates

09/01/2026 - 07:01 - Atualizada em: 09/01/2026 - 07:29

Aonde a entrada proibida? Já digo, antes preciso dar umas voltas. Como a cada dia temos mais leitores, preciso repetir que tenho uma caixa de sapatos cheia de frases, faço muito uso dessas frases porque elas são o resumo da sabedoria dos povos. Uma dessas frases diz que – “Se fores muito doce, te comem; se fores muito amargo, te vomitam”. E agora, como agir? A resposta é óbvia, imagino: ficarmos nos limites. Todos nós temos limites, a partir desses limites perdemos a paciência, ficamos chateados, porém… Mais das vezes ficamos quietos. E esse ficar quieto nos dá, a partir dos outros, rótulos: ou somos uns trouxas ou somos prepotentes. Nesses casos, outra frase: – “A virtude está no meio”, quer dizer nem para lá nem para cá. Pronto, vou abrir a janela para a nossa conversa de hoje. Temos que construir “barreiras” visando à preservação da nossa paz, da nossa dignidade. Os que já estão casados, presumo, tiveram antes um bom tempo de namoro, não acredito que tenham “se juntado” de uma hora para outra, seria uma leviandade. Pois bem, durante o namoro “descobrimos”, temos que descobrir, os costumes, os gostos, os limites dele ou dela. Limites que se configuram na personalidade. Descobrir e respeitar esses valores significa saber do que chateia a pessoa que está ao nosso lado e… Respeitá-la. Aí estão os limites, não entrar nessas áreas, são áreas proibidas na formação da nossa personalidade. Vou dar um exemplo bem simples. Ele descobriu que ela não gosta de som muito alto, não gosta de música chata, barulho, muito mais que música, mas… Ele gosta. Nesse caso, o sujeito tem que respeitar o gosto e os “limites” da companheira. E assim vice-versa. Sem “barreiras” não haverá romance, não haverá amizade, não haverá conforto em estar com ela, com ele ou com quem quer que seja. Precisamos deixar bem claro nossos limites, sem ranços nem prepotências, apenas, limites e respeito. Não havendo áreas “proibidas” no relacionamento, não haverá paz nem simpatia, haverá silenciosas – ou não – tolerâncias. Nosso respeito começa por nós mesmos, não tolerando certos “avanços” de parte de outras pessoas. Isso nos produz paz e evita “grandes” surpresas ou desconfortos, desde, é claro, que estejamos lindando com pessoas afinadas conosco. Caso contrário, tchau, deu, pega o que é teu e cai fora.

CABEÇAS

Ouvi na Voz do Brasil (quem ouve a Voz do Brasil?…) ouvi que 53% dos brasileiros assumem não ler, não gostar de ler. 53% é maioria populacional, essas pessoas têm o poder do voto, de votar em quem quiser, de eleger quem eles bem entenderem. Resultado? Dá nisso, dá no chamado Brasil. Pessoas de cabeças sombrias votando em encrenqueiros, votando em criadores de doenças para salvar a pele, e por aí… Semeiam? Colheita garantida.

ANESTÉSICO

Será mesmo um anestésico? Falo da ignorância, da desinformação. Se a maioria dos brasileiros admite não ler, não gostar de ler, como podemos esperar por dias melhores? Ninguém está proibido de estudar, de ler, de saber, ninguém… Agora, tem outra questão: e os metidos a diplomados, a sabichões, caras safados, trambiqueiros, gentalha que vive desviando dinheiro, aprontando e ainda erguendo dedos acusatórios e desculpas frias? Identificá-los e tirá-los de circulação. Safados.

Clique e assine o Jornal O Correio do Povo!

FALTA DIZER

Fui ao supermercado, estava relaxado, quase assobiando, quando… Perdi a paciência. Um casal cruzou o meu caminho, o guri chutava tudo o que via pela frente e a menina, uns dois anos, empurrava um carrinho com uma boneca. Pais levianos condicionando a menina para ser mãe e servil no futuro…

 

Clique aqui e receba as notícias no WhatsApp

Whatsapp

Luiz Carlos Prates

Jornalista e psicólogo, palestrante há mais de 30 anos. Opina sobre assuntos polêmicos.