Fabiana KochUma das contribuições do Coaching de Carreira é medir o nível de empregabilidade do profissional. Em decorrência do dinamismo e aceleração que vivemos e das novas necessidades do mundo corporativo, as competências que definem uma empregabilidade alta, também vão se transformando. Faz pouco tempo que o aspecto “ser saudável” foi incluído como critério na hora de medir a empregabilidade. Assim como ser resiliente. Agora a mais recente habilidade que headhunters - caçadores de talentos - vem buscando em grandes profissionais é a Empatia. Mas o que é empatia? Já notei que algumas pessoas confundem ou não sabem diferenciar empatia de simpatia. Numa forma bem resumida, empatia é a capacidade de você se colocar no lugar do outro. A pessoa simpática normalmente demonstra interesse por alguém ou alguma coisa. Já a pessoa empática, se aprofunda e busca realmente entender a situação ou pessoa. Ou seja, estamos precisando muito mais de empáticos do que simpáticos no mundo. É fácil entender as razões que fazem o mundo corporativo sentir a necessidade de se criar empatia no ambiente de trabalho. São tantas decisões e situações estressantes que a grande maioria dos seres humanos passa por estresses que acabam gerando problemas de relacionamento e produtividade. E grande parte destas situações poderiam ser evitadas se a empatia estivesse presente. Para ser empático, é fundamental ser um bom ouvinte, julgar menos e esforçar-se para compreender o que faz as pessoas ou coisas acontecerem ou serem do jeito que são. Você pode treinar essa habilidade. Ofereça ajuda, mesmo que o outro não aceite. O ato de se prontificar já é empático. O ambiente de trabalho fica mais leve e certamente motivador para que os times tenham iniciativa, ousadia e vontade de crescer. Quem você vai ouvir ou ajudar hoje? Pense nisso e fique bem!