Vou direto ao ponto: quando “elas” têm a cabeça financeira bem equilibrada a família vai longe… Vai longe sem muitas trepidações, aquelas trepidações produzidas pela falta de dinheiro ou do dinheiro muito escasso. Fico até rubro de dizer isso, afinal, quem não sabe que o homem pode ter folgas no bolso, mas se a sua companheira não for pessoa financeiramente equilibrada vai ser uma desarmonia atrás da outra… Vou encurtar a conversa. Você sabe, tenho um arquivo de recortes de jornais desde quando, hummm, acho que desde que nasci. Ontem peguei uma página amarelada da Folha de São Paulo, março de 2003. A manchete era esta: – “Meninas Poderosas”. Contava a história de colégios femininos nos Estados Unidos que educam (ou educavam) as gurias para que erradicassem do currículo de vida delas o “analfabetismo financeiro feminino”. Tristeza dizer, mas até hoje as famílias se envolvem mais com os guris do que com as gurias, filhas. Os guris, se possível, são encaminhados para o empreendedorismo, para ter e mandar com o dinheiro… Nessas escolas americanas de garotas, um dos primeiros mandamentos ensinados era – “Não acredite em príncipe encantado que virá salvá-la. Esse príncipe não existe”. E outra coisa ensinada de modo enfático às gurias:- “Felizes para sempre” é geralmente uma formidável ilusão. Verdades inoxidáveis. Num desses colégios americanos de garotas há regularmente testes financeiros, testes que exigem conhecimentos sobre índices sobre imposto de renda, incidência de juros sobre empréstimos, desconto na folha de pagamento e liquidez de investimentos… E muitas discussões sobre o “iniciante” cartão de crédito, naquela época uma estranha novidade. E hoje? Será que os “filhinhos” sabem usar e respeitar o cartão de crédito, ou o cartão lhes é uma varinha mágica? Ainda dos meus arquivos, DataFolha dizendo – em junho de 2010 – que: “Problemas financeiros continuam sendo o principal motivo de brigas entre os casais”. Bom, não vamos longe, já comentei aqui sobre uma reportagem de página inteira da Folha, muito anos atrás, que dizia – “Dinheiro é mais importante que sexo no casamento”. O dinheiro não é o travesseiro da felicidade, mas é o cobertor das nossas necessidades. Nunca dar o passo maior que a perna é o melhor lembrete que devemos ouvir quando metemos a mão no bolso. O amanhã nos espera, olhando para os nossos bolsos…
VERDADE
Acabo de ler uma coluna assinada pelo médico Drauzio Varella, médico respeitadíssimo por sua longa carreira em assistência a pessoas em necessidades, e ele diz, enfaticamente, que – “Como levar a sério gente que freqüentou escola e questiona a utilidade das vacinas? É um absurdo tão grande quanto afirmar que a Terra é quadrada”. Conheci gente desse tipo, Dr. Drauzio, gente que hoje está enrolada em fraldas… A ignorância não passa de graça na vida.
CONFIANÇA
Quando notícias envolvendo crimes, desmandos, desrespeitos à lei, prevaricações de todo tipo e geradas por “autoridades”, o que esperar? O pior. Mas eles não vão escapar, basta que olhemos para trás e pesquisemos a História dos povos. Oportunistas, graduados, prevaricadores dos falsos poderes não vão longe, nunca foram. E aqui entre nós, eles já estão na contagem regressiva. Só um pouquinho…
FALTA DIZER
Vou dar ao leitor, à leitora uma sugestão: procure aqui no jornal e em outros, ligue o rádio e a tevê e fique esperando ou busque achar notícias que envolvam investimentos em educação, em escolas públicas. Procure por projetos de “representantes do povo” notícias nessa área. Procure. Ah, pegue antes um banquinho… Educação e informação são venenos para os farsantes.