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É de desanimar

Por: Luiz Carlos Prates

21/02/2026 - 07:02

Não, não é desanimar, pelo contrário… Se desanimarmos, os prepotentes do poder vão se achar ainda mais poderosos. E fique claro, antes de tudo, poder não se recebe de ninguém, poder é uma conquista pessoal e se alicerça sobre dois pilares: conhecimentos e caráter de boa qualidade. Caráter todos temos, caráter é a instância moral da personalidade, todos temos, bom ou mau. A questão é que esse caráter tem que ser dos bons, sem isso os prepotentes que andam por aí arrotando poderes que se cuidem. Dou estas voltas, repetitivas aqui em nossas conversas, leitora, leitor, porque acabei de ler uma notícia que é de sair correndo, o diacho é sair correndo para aonde? Para os Estados Unidos é que não será. A tal notícia que acabei de ler diz, em resumo, o seguinte: – “Segundo o Índice de Percepção de Corrupção, elaborado pela Transparência Internacional, o Brasil ficou na posição 107”. Vale dizer, a pesquisa que examinou a corrupção em 182 países nos flagrou, brasileiros, nessa posição vergonhosa. Pela pesquisa, há 106 países no mundo à nossa frente, mais honestos que nós, carnavalescos do verde-amarelo. Agora a pergunta: corrupção não é ação entre os pobres, entre os que não têm nada e menos ainda dinheiro no banco, quem são, então, esses agentes da corrupção? Será que não sabemos mesmo ou nos fazemos de ingênuos, hein, autoridades, hein, prepotentes dos “poderes”? Quem tem que dar a resposta são vocês e, ó, um conselho: não demorem. Os roubados podem acordar, e estão acordando, e vai nascer um capítulo diferente e “estrondoso” na História do Brasil, não brinquem nem fiquem pensando que suas “autoridades” os vão blindar para sempre. Ah, já ia esquecendo de dizer, a mesma pesquisa colocou o Brasil na 7ª posição mundial entre os países mais violentos do planeta. Tem cabimento? Todos se dizendo “religiosos”, crentes, bíblicos, evangélicos, isso e mais aquilo, mas… Surrando e matando mulheres de modo impune? Vivo dizendo, o Brasil precisa de uma “revolução”, de uma revolução cultural, educacional, eivada por princípios morais, sem essa revolução o “estrondo” vai chegar mais cedo… Mas com essa maioria que está nos “poderes”… Eles que não esqueçam: não continuem brincando com fogo…

VERDADE

Coluna de jornal do médico Drauzio Varella (Grande, Dr, Drauzio) num certo trecho diz que – “Tomar a vacina da gripe diminui em 13% o risco das demências. E a vacina tríplice contra tétano, difteria e coqueluche administrada aos mais velhos reduz 33% do risco de demências”. Não seja por falta de aviso, Dr, Varella. Ocorre que prepotentes, que um dia acharam que tinham poder, berraram e ainda berram contra as vacinas. Estão colhendo…

TARDE

Só agora? Ouça esta outra manchete, jornais brasileiros: – “Depois das escolas, universidades debatem restrições a celulares”. Repito, só agora? Mas quem é que não sabe que os imaturos, metidos a adultos, a machos e princesas, usam do celular o tempo todo em sala de aula em universidades? E depois, é claro, se queixam do nível baixo do ensino. Baixos são eles, os sonsos das desculpas. Proibição sim, total, absoluta. Ué, gente!

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FALTA DIZER

Uma perguntinha de amigo para a leitora e o leitor: já compraram os indispensáveis tampões para os ouvidos? É bom não deixar para a última hora, vão faltar tampões no mercado. É que daqui alguns meses vão começar os discursos de campanha, os debates dos candidatos à moleza futura, aos cargos de “representação do povo”. Tampões de tamanho G, mentiras fazem mal aos ouvidos.

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Luiz Carlos Prates

Jornalista e psicólogo, palestrante há mais de 30 anos. Opina sobre assuntos polêmicos.