Hoje é uma data que nos convida a entrar em movimento: 4 de fevereiro, Dia Mundial do Câncer🎗️.
Uma voz que chama a atenção para uma doença que ameaça a vida desde o diagnóstico. As estatísticas revelam um crescimento expressivo: segundo a Organização Mundial da Saúde, há a previsibilidade de um aumento superior a 77% nos diagnósticos de câncer até 2050.
Vivemos em uma nação adoecida, não apenas no corpo, mas também nos pensamentos, sentimentos, emoções e comportamentos. Esses fatores atuam como gatilhos silenciosos que, muitas vezes, abrem o cadeado de doenças graves, entre elas o câncer.
Diante dessa realidade, essa voz pode escolher dois caminhos: lamentar-se e ampliar o problema, ou assumir responsabilidade e abrir caminhos para a solução.
Eu vivi isso na pele aos meus 14 anos.
Recebi um diagnóstico de câncer.
Sou oncologista pediátrico e conheço, na prática, o impacto devastador que o câncer causa não apenas no paciente, mas em toda a família.
Essa vivência me levou à convicção de que é possível e necessário, cuidar melhor de nós mesmos, assumindo a responsabilidade de oferecer ao outro um tratamento digno, humano e integral, com suporte emocional e familiar para atravessar todo esse processo.
Movido por coragem, ousadia e prudência, iniciei uma nova caminhada por meio da educação: nasceu o Instituto do Câncer Oliveira @institutooliveirasc
Mais do que uma instituição, é uma voz e um movimento que convida todos à ação, um movimento, não apenas no combate ao câncer, mas na construção de uma forma mais consciente de viver, cuidar e se relacionar com a vida.
Porque quando cuidamos melhor de nós, tornamos o mundo um lugar melhor para todos.
Venha fazer parte deste movimento que transforma pessoas e família através da educação!
🌳 Viemos para ser o movimento de desenvolvimento em nosso país 🇧🇷!
Conheça @institutooliveirasc
Para quem deseja aprofundar essa reflexão

O autor desta coluna é também autor do livro Devocional ONCOFÉ, publicado pela Editora Ases da Literatura. A obra parte de uma vivência real com o câncer para mostrar que, muitas vezes, maior do que a doença são os desajustes familiares que surgem ao longo do processo.
Com base em sua própria história, o autor aborda temas como comunicação, relacionamento, suporte emocional, feridas e crenças que se perpetuam ao longo dos anos, compartilhando conhecimento para promover transformação individual e familiar.