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Cárcere sem grades

Por: Luiz Carlos Prates

02/04/2026 - 07:04

A culpa, mais das vezes, é delas. Delas quem? Ora, das mulheres, por maioria. Essa expressão, “maioria”, é formidável, todos escapamos por ela quando o caso não nos é simpático. Ontem, eu tinha acabado de ler uma manchete que me fez subir pelas paredes, quando, por acaso, encontrei duas amigas. E uma dessas amigas me falou de uma prima dela que está grávida. A conversa se arrastou até o momento em que ouvi uma frase que me soou como um tapa na cara. A amiga disse que a prima está fazendo todas as promessas para que o filho que ela espera seja um guri, um “homenzinho”, é assim que ela fala. Mais uma estonteada na vida. E a tal manchete de que falei vem da Rússia. Manchete tétrica, mas como envolve mulheres, nada de novo e muitas vão até achar graça. A manchete, com pormenores bem contados, diz que – “A Rússia diz que mulheres que não querem ser mãe é caso de saúde mental e obriga tratamento psicológico obrigatório”. Tudo em razão da taxa da natalidade que anda lá por baixo na Rússia, como de resto em muitos países em que as mulheres começaram a acordar para suas vidas e independências. Bom, não vamos longe, a Bíblia sentencia: – “Mulher, sede submissa a vosso marido”! E o que os russos vão fazer com os homens que engravidam uma mulher e dão no pé diante da paternidade e das responsabilidades? O que fazer com esses tipos, tipos que no Brasil nos fazem saber que 52% das mulheres-mães são mães solo? O que fazer com esses “pais”? Mas é aquela coisa, os machinhos de aparência, maioria, são fracos e diante dos desafios dão no pé. Ah, e outra coisa… No passado, a mulher ao casar era “obrigada” a adotar o sobrenome do marido, não por outra causa senão para que a sociedade ficasse sabendo que a mulher tinha o “carimbo de posse” deste ou daquele homem. Ainda muitas mulheres, desavisadas ou interesseiras, fazem isso, adotam os sobrenomes do marido. Gurias, a independência, a vida livre e feliz depende só de vocês, de ninguém mais. E sem liberdade não há vida, há cárcere sem grades, o pior de todos. Mulheres, o despertador está tocando…

MEMÓRIA

Torço, mas sei que perco meu tempo, torço para que a maioria do povo, ou muitos desse povo, não esqueçam nas eleições de nomes que um dia esbravejaram e mandaram longe as vacinas. Pessoas morreram de Covid, muitas dessas vítimas por ignorância ou por seguir os conselhos desses abjetos. A memória é um formidável instrumento de “justiça”. Lembrar não custa nada, errar repetidamente sim, é mais que erro, é… Não posso dizer…

VIDA

Ter vida longa não significa ser feliz, mas ser feliz e longevo é um sonho formidável. Os japoneses centenários, populações das chamadas zonas azuis, recomendam para a saúde, longevidade e felicidade um rito simples: dieta saudável, exercícios físicos contínuos ao longo da vida, ter um trabalho prazeroso, nunca parar, e ter bons amigos e boas relações familiares. Credo, isso no Brasil é mais raro que sol à meia-noite, porém…

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FALTA DIZER

Faz tempo que luto pela escalação da Seleção Brasileira “apenas” com brasileiros, com os jogadores que vivem no Brasil. Os embusteiros que estão lá fora não vão colocar a perna na bola dividida tendo contratos em dólares e já estando lá, onde eles sonharam estar. Ou Seleção Brasileira com ética e vergonha na cara ou… Eliminação precoce. Estou avisando, bem antes. Falar “depois” é para os medrosos.

 

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Luiz Carlos Prates

Jornalista e psicólogo, palestrante há mais de 30 anos. Opina sobre assuntos polêmicos.