Claro, preciso, de imediato, dizer que um prego de fato pode ser um incômodo no sofá da sala quanto pode ser o prego de que muito precisamos para recolar aquela tábua lá na parede da garagem. Tudo na vida pode ser e pode não ser, pode ajudar ou pesar. Nossos valores, pensamentos e circunstâncias é que vão decidir se o prego é uma boa ou um dolorido cutucão. Ontem ouvi um sujeito falar que o filho dele anda procurando emprego e não consegue nada. Foi ouvir esse desabafo e pensei: muitas vezes o problema não é a falta de emprego, mas a inconsciente falta de vontade para achar um emprego. Não vou dizer que a pessoa na verdade não tenha é vontade de trabalhar, mas não se pode descartar essa hipótese. Outra coisa, quando saímos a procurar emprego temos que ter na cabeça um alvo, um objetivo, um emprego bem definido em nossa cabeça. Não sendo assim, é aquela história de quebrar o galho, o que pintar eu pego. Só que nessa situação é muito difícil haver entusiasmo e uma mínima qualificação que seja na pessoa desempregada. Quantas pessoas você conhece que desempregadas ficam estudando e praticando algum trabalho enquanto não encontram esse trabalho? Quantos alunos estudam nas horas “de lazer” e não apenas quando estão com a forca das reprovações no pescoço? A verdade é um “prego”, ela nos faz sofrer quando estamos em débito com os nossos deveres… Mas essa mesma verdade deixa de ser prego e passa a ser um sofá confortável quanto abrimos os braços para ela no abraço da sinceridade, dos bons propósitos. Muitas vezes, digo até que mais das vezes, nossas dificuldades na vida resultam das nossas preguiças, da nossa falta de vergonha para lutar com a devida intensidade até cruzarmos a linha de chegada das realizações. Já disse miríade de vezes que ninguém é louco para desejar o que sabidamente lhe é impossível. Desejamos o que podemos, mesmo que muito difícil, mas sem lutas, persistências, muito suor e fé, nada feito. Os desempregados, fique claro, estão desempregados porque inventam desculpas para ficar no ócio. Sempre nos haverá o que fazer, mesmo que no princípio o trabalho não nos agrade, mas nos vai ocupar e motivar para não perder o horizonte da luta até chegarmos ao sonho…
BULLYING
Pesquisadores internacionais já descobriram que os guris que fazem “bullying” na escola, isto é, se prevalecem da força física sobre guris menos fortes fisicamente, não vão dar pra nada no futuro. Serão uns entupidos e atolados na vida. E quem não sabe? Os pais parvos, que não educam, não sabem? Mas vão saber, ô, se vão. E vão saber a partir do “bullying” desses filhos sobre os próprios pais velhos, envelhecidos…
HORROR
Não é precisos pesquisa, basta que acompanhemos o noticiário diário e pronto, saberemos de tudo… Várias pesquisas nossas e internacionais dizem que “Número de mulheres que se afastam do trabalho por violência doméstica cresceu 153% entre 2023 e 2025 no Brasil”. Mulheres mutiladas, mulheres arrebentadas por seus amantes ou maridos ficam impedidas de trabalhar em razão de suas “feridas” pelo corpo. Até quando isso? Até a hora das mulheres “acordar” e se impor…
FALTA DIZER
Para as mulheres “inventaram” as falaciosas medidas protetivas. Protetivas como? Mulheres são mortas por vagabundos de quem elas tinham medidas protetivas? Por que os grandes safados, trambiqueiros de todo tipo, mas nos “poderes”, por que eles não se protegem “apenas” com as tais protetivas? Batam na mesa, mulheres!