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A transição de autoridade intergeracional familiar

Por: Emílio Da Silva Neto

25/09/2026 - 10:09 - Atualizada em: 25/09/2026 - 10:37

A segunda geração de uma empresa familiar enfrenta um dilema que raramente é compreendido com precisão: ela precisa trazer renovação suficiente para manter a empresa competitiva, sem romper com o legado que sustenta a legitimidade da própria família no negócio.

Isso exige uma estrutura que dê à nova geração espaço formal para contribuir, sem que isso precise competir com a autoridade do fundador.

O que funciona, na prática, é a construção gradual de instâncias, onde a nova geração tem voz e responsabilidade bem definidos, através da existência de comitê gestor, conselho consultivo, bem como definição de responsabilidades sobre projetos estratégicos.
Tudo isso permite à nova geração construir credibilidade interna – enquanto aprende o funcionamento real do negócio – e ao fundador observar essa construção com critério, não com ansiedade.

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Afinal, toda transição de autoridade, que funciona, não acontece em uma decisão. Acontece, sim, ao longo de um processo que foi desenhado… para isso.

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Emílio Da Silva Neto

Consultor especializado em profissionalização, governança e sucessão empresarial familiar. Com vasta experiência, Emílio da Silva Neto é PhD/Dr.Ing, Pós-Doc, Industrial, Consultor, Conselheiro, Palestrante, Professor e Sócio da 3S Consultoria Empresarial Familiar. Redes sociais: emiliodsneto | www.consultoria3s.com