Após o tratamento e a adequação da saúde bucal com as cáries removidas e restauradas, restaurações e demais tratamentos realizados, o paciente entra em fase de manutenção e acompanhamento.

Os dentes mudam de posição ano a ano, o esmalte sofre desgaste constante na mastigação, no contato com alimentos ácidos e até mesmo na escovação a gengiva pode sofrer lesões.

É importante pensar que frente a um ambiente tão hostil com bactérias, umidade, atrito constante da mastigação, todos os materiais tendem a sofrer desgastes e algum tipo de corrosão e nem mesmo o esmalte dental natural passa ileso a isso.

O profissional, muito mais do que realizar a limpeza e o polimento, deve observar medidas preventivas para desacelerar as perdas que naturalmente ocorrem. O aumento da expectativa de vida da população em geral, faz com que os dentes sejam exigidos por um período maior, logo temos que tratá-los e protegê-los na mesma medida.

A ideia principal é que onde houver perdas dentárias devemos restaurar dentes com o objetivo de devolver não só a estética, mas contribuir na função e na distribuição de forças mastigatórias.

A pressão exercida pelos músculos da mastigação é a mesma independente de quantos dentes temos na boca. Um número menor de dentes ou o mau posicionamento deles levam à sobrecarga de forças, fazendo com que estes dentes tenham a tendência a quebrar ou serem perdidos muito antes do ideal.

A ortopedia da mordida e o constante controle bacteriano são o caminho para uma saúde bucal duradoura! Um a braço até a próxima!!!

  • Dr. Diego Mayer – CRO/SC 11.637 - Membro da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética - SBOE - Excelência em Estética - Odontológica - IDP - Especialista em Implantodontia- Unicsul