Grande vitorioso da última eleição ao alcançar o segundo mandato com quase 70% dos votos, eleger os dois senadores, bancada federal com 7 parlamentares e a estadual com expressivos 16 deputados na Alesc, o governador Jorginho Mello se converteu num dos quadros mais importantes do PL, e da direita, não só em Santa Catarina, mas também no cenário nacional. A próxima missão é coordenar a campanha de Flávio Bolsonaro neste segundo turno nos estados do Sul do país. Nesta quarta-feira, em Porto Alegre, comandou a reunião ao lado dos futuros colegas Luciano Zucco (RS) e Sérgio Moro (PR), além das principais lideranças do seu partido. Neste sábado, a tropa desembarca em Florianópolis para a Motociata do 22, que acontecerá desde a Via Expressa Sul até a Beira-Mar do Continente. O convite abraça proprietários de carros antigos e de motos aquáticas para a “jetciata”. Uma mobilização para mostrar a sua força.
Separação
A parceria PL/Novo, que resultou na escolha exitosa do ex-prefeito de Joinville, Adriano Silva, para ser vice de Jorginho Mello na disputa ao governo do estado, está com os dias contados. Lideranças dos dois partidos articulam chapas distintas para a disputa à prefeitura em 2028 no maior colégio eleitoral do estado.
Provocação
A deputada federal Julia Zanatta (PL) estuda recorrer à Justiça contra apoiadores do presidente Lula que chicotearam um boneco com o seu rosto durante protesto realizado domingo, em Goiânia (GO). Zanatta, reeleita com a maior votação em SC (560.233 votos), classificou o ato como de intolerância política.
Reação
Ainda repercute no meio político a passeata organizada pelas lideranças de esquerda esta semana em Florianópolis. O número de participantes, em grande maioria jovens estudantes, surpreendeu e acendeu alerta entre as lideranças de direita. Imagina-se que nos próximos dias novas manifestações devam acontecer.
Homenagem

Foto: Carlos Moura/Agência Senado
O senador Esperidião Amin (PP) voltou a Brasília após a derrota nas urnas e, ao usar a tribuna, disse que saiu do processo convencido de que a política é igual a uma corrida de revezamento. “É preciso saber entregar o bastão”. Foi saudado pelos colegas, inclusive Paulo Paim (PT-RS), que também deixa parlamento.