Na quinta-feira que passou (16), se estivesse viva, minha mãe estaria completando seus 85 anos de vida. Para mim foi um dia de introspecção e através dele, comecei a “desenhar” o que eu escreveria na crônica dessa semana.

Para me dar o suporte necessário, ouvi exaustivamente a música Trem Bala da Ana Vilela, pois em cada verso dessa belíssima canção, na verdade, dessa história de vida, encontrei o suporte e inspiração para pode escrever.

Nesses seis anos de dedicação a minha mãe, deixei de sair com amigos, tive que deixar de lado propostas de trabalho, não fui mais à praia. Tanto é que eu brinco com meus amigos dizendo que nem sei mais se a água do mar continua salgada.

Mas se alguém me pergunta se me arrependo de ter aberto mão de tantas coisas eu mais que depressa digo que não e que se precisasse faria tudo novamente do jeitinho que eu sempre fiz, pois valeu a pena cada segundo que eu dediquei para a minha mãe.

Uma coisa que eu me cobro diariamente quando alguém vem me falar sobre o luto, sobre estar triste, que eu preciso chorar é que eu não sinto nada disso. Fico até pensando: será que sou tão insensível ao ponto de não sentir toda essa tristeza caracterizada pelo luto?

E mais que de repente, vem a resposta em minha mente: não preciso ficar triste, pois acredito que cumpri meu papel como filho e por isso não há motivos para rancor ou tristeza! muito pelo contrário, cada vez que lembro dela, meu coração se enche de alegria lembrando dos momentos felizes que Deus me oportunizou estar ao lado dela, lhe dando todo o carinho e amparo necessário, mesmo nos momentos em que ela se sentia triste ou com alguma dor física.

Acredito que essa é o papel que todos os filhos deveriam obrigatoriamente ter para com seus pais. Afinal de contas, desde que nascemos eles estiveram ao nosso lado como provedores diante de todas as situações e a melhor maneira de demonstrar o amor e a gratidão por tudo isso, é retribuir esse carinho através de pequenos gestos como um afago nos cabelos, preparar o prato deles antes das refeições e até mesmo cantando uma canção para deixa-los mais tranquilos na hora do banho.

Ah, minha gente, foram seis anos de aprendizado, seis anos que me tornaram um Zeca mais humano e forte. A felicidade que sinto hoje é só um “presente” que recebo a cada dia e que me torna cada vez mais forte, pois ainda tenho a missão de cuidar de meu pai que já está na casa dos 90 anos e Graças a Deus lúcido, para que eu possa compartilhar com ele, todas essas histórias e momentos.

Com tudo isso que eu vivi, posso afirmar que vale a pena e que em hipótese alguma posso considerar como tempo perdido. Acredito que difícil seria ter que conviver com minha consciência martelando coisas como: puxa, eu poderia ter feito isso e não fiz.

Então o recado que eu deixo para filhos, filhas, netos e netas, se tiverem a oportunidade cuidem bem dos seus pais e avós, que a recompensa que você terá quando eles não estiverem mais por aqui, é muito grande.

Ela vem com uma paz inimaginável, com o coração queimando de felicidade e na cabeça a maior tranquilidade por ter optado pelo caminho certo e pelo sentimento de dever cumprido.

Pois então, vivam seus pais, aproveitem, curtam a vontade, beijem, abracem, digam tudo o que for necessário ser dito. Acredito que a maior frustração é não fazer nada disso e quando eles embarcarem no “Trem Bala” será muito tarde para se fazer alguma coisa, afinal de contas, a única coisa que podemos ter a plena certeza, é da nossa partida, do resto não temos certeza de nada.

Empório do Peixe

Pescados e frutos do mar, você encontra no Empório do Peixe.

Para quem gosta de pescados, fica essa dica. Sob a batuta do grande amigo Marcelo Wiele, ali na Rua Marina Frutuoso 180, em frente ao Restaurante Califórnia fica o Empório do Peixe, que comercializa uma variada linha de pescados e frutos do mar.

Com certeza, vale dar uma passadinha para adquirir produtos de qualidade para incrementar os almoços ou jantares em sua casa.

Quem quiser ligar para saber mais informações o telefone do Empório do Peixe é (47) 99264.6655.

Fica a dica.

No Pirata

 

O Pirata Rock Bar continua com suas portas fechadas.

Atenção Marujada, repetindo o recado do Capitão!

Mesmo com o novo decreto de liberação para abrir bares e restaurantes até as 22h. o Pirata Rock Bar ficará com suas portas fechadas ao público por um tempo. A medida foi tomada para ajudar a combater o COVID-19 nesse momento tão delicado, pelo qual todos os segmentos da sociedade estão passando.

A casa agradece a todos que estiveram presentes nos últimos eventos e que respeitaram as regras e normas do bar conforme decreto da prefeitura de Jaraguá do Sul.

Marujos! Continuem fazendo a parte de vocês em casa, no dia a dia, precisamos usar máscara, álcool gel e evitem aglomerações, mesmo em ambientes privados e mantenham sempre o distanciamento de segurança.

Meu Boteco

Um dos points de Jaraguá é o Meu Boteco.

Um outro point aqui na cidade que está sendo frequentado por nomes de A a Z da nossa cidade é o meu Boteco. Ambiente gostoso, aquela cervejinha sempre gelada e as delícias oferecidas pelo cardápio.

Lugar gostoso para um happy our na companhia dos amigos, super bem situado ali na esquina da Reinoldo Rau com a Domingos da Nova.

Fica o toque.

Lembre-se: Figurinha repetida não completa álbum, vamos embora que a litorina não espera.
Até semana que vem!