Indicado para presidir o Banco do Brasil, o economista Rubem Novaes declarou nesta quinta-feira que a orientação do futuro ministro da Economia Paulo Guedes é buscar enxugar o banco, privatizando braços da instituição.

Novaes não detalhou que partes do BB poderiam ser postas à venda, mas reforçou que o objetivo é reduzir o papel do Estado. "A orientação é eficiência, enxugamento e privatizar o que for possível", afirmou Novaes a jornalistas, no CCBB, em Brasília.

O processo está em um estágio muito prematuro para ser detalhado, segundo Novaes. Uma privatização completa da instituição financeira, por ora, está descartada. "Total, não. Até agora, não há nenhuma decisão de privatizar o Banco do Brasil", disse.

O outro banco público do país, a Caixa Econômica Federal, também deve ser parcialmente privatizada. Guedes indicou para presidir a instituição o economista Pedro Guimarães.

Em cogitação, estão a venda das partes da Caixa responsáveis por cartões de crédito, jogos e seguros, deixando com o banco apenas contas correntes, poupança e contas públicas.

A situação das instituições é divisiva: por um lado, o setor público sofre com carência de recursos e burocracia, o que justificaria a privatização.

Por outro lado, a existência de bancos públicos fortes é apontada por pesquisas como sendo de grande valia para o desenvolvimento nacional e ambos os problemas - burocracia e falta de recursos - estão ligados diretamente à corrupção e não ao fator de ser estatal ou não.

E essa mesma corrupção, se não for combatida, deve afetar tanto a privatização quanto os recursos gerados - o que exige atenção redobrada.

A atual gestão da Caixa já estaria preparando o terreno para essas medidas, através da criação de empresas específicas para serem privatizadas, segundo fontes da instituição. A indicação do presidente da Caixa e do Banco do Brasil são prerrogativas do presidente da República.

 

Natal positivo

A poucas semanas da principal data para o comércio catarinense, os lojistas apostam em índices melhores para o Natal de 2018. Para 71,03% dos consultados a expectativa é que as vendas para a data sejam maiores do que no ano anterior.

Para 48,28% o crescimento deve ser de até 5%, enquanto 28,28% são ainda mais otimistas e acreditam em 10%.

Os números fazem parte do levantamento realizado pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de SC (FCDL/SC) junto a associados das 20 cidades de maior potencial econômico do estado.

O tíquete médio, na avaliação dos associados consultados, deve ficar em R$ 235,71 ante R$ 187,83 registrados no ano anterior.

Os itens mais procurados devem ser vestuário (37,24%), seguidos de acessórios (15,17%) e calçados (10,34%). O parcelamento, acreditam os lojistas, continuará sendo a opção preferida, chegando a 85,51%.

Confiança do consumidor em seu maior nível desde 2014

O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) aumentou 2,7% no último mês e alcançou 113,6 pontos em novembro, o maior valor desde janeiro de 2014.

Foi a quinta alta consecutiva do indicador, que está 5,8 pontos acima da média histórica, que é 107,8 pontos. Os dados são da pesquisa divulgada hoje (23) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Black Friday causa filas imensas em Jaraguá

Fila na para o caixa Americanas do Shopping dava a volta pela loja | Foto Divulgação/Jaraguá do Sul Park Shopping

A procura pelas promoções da Black Friday estava intensa no Jaraguá do Sul Park Shopping, a julgar pela movimentação nas Lojas Americanas: a "singela" fila partia dos caixas e seguia pela loja até voltar para a entrada.

A campanha de Black Friday do shopping segue até este domingo (25) com descontos exclusivos, além de ações diversas preparadas pelos lojistas do empreendimento.

Autorização de residência

Imigrantes que investirem em imóveis no país terão autorização de residência por prazo indeterminado. É o que define a Resolução nº 36, publicada nesta quarta-feira (21) pelo Conselho Nacional de Imigração (CNIg) – órgão vinculado ao Ministério do Trabalho.

A norma inédita é resultado da nova Lei de Migração (Lei nº 13.445/2017), que entrou em vigor há um ano e modificou aspectos sobre a entrada e a permanência de estrangeiros no país.

Segundo o documento, o Ministério poderá conceder autorização de residência para a pessoa que, com recursos próprios, pretender adquirir imóveis, prontos ou em construção, localizados em áreas urbanas no Brasil.

O investimento deverá ser igual ou superior a R$ 1 milhão nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste; nas regiões Norte e Nordeste, o valor mínimo para o investimento será de R$ 700 mil.

 

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