A segurança digital voltou a ser o assunto do dia na plenária da Associação Empresarial de Jaraguá do Sul nesta segunda-feira, tópico de palestra do advogado Raphael Rocha Lopes a cerca dos aspectos jurídicos do tema. E não sem motivo: com a crescente integração digital, ataques virtuais são uma das maiores fontes de prejuízo no mundo, custando estimados US$ 445 bilhões no ano passado - e as perdas com a ação de hackers e crackers estão crescendo: a estimativa é de que em 2021, ataques virtuais custem por ano US$ 6 trilhões à economia mundial - mais do que o PIB da maioria dos países. Devido a crescente interconectividade, ao compartilhamento de informações e à nossa crescente dependência da rede, os danos potenciais e as oportunidades de ataques só tem  crescido. Em maio do ano passado, mais de 230 mil sistemas de informática, entre eles a Portugal Telecom, o National Health Service, do Reino Unido e o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, foram feitos de refém pelo ransomware Wannacry. Alguns ataques chegam a causar danos físicos: em fevereiro do ano passado, o hotel Seehotel Jagerwirt, na Austria, foi vítima de um ataque eletrônico que forçou o trancamento de todas as fechaduras eletrônicas do hotel - o que levou o hotel a abandonar as chaves eletrônicas. Mas não é só em ataques diretos que jaz o risco: a popularidade das redes sociais e a disposição da esfera pública em aceitar como fato aquilo que vê na web resultou em uma janela de oportunidade imensa em ataques através de notícias falsas - as "fake news", que tem alcance cada vez maior  - e ao mesmo tempo deixou empresas e pessoas mais sujeitas a situações vexatórias ou negativas. Foi se o tempo em que era possível controlar a narrativa e restringir a informação ao que desejava que se ouvisse: hoje, além de não se ter o controle sobre o que vai parar na rede, há o problema de ter que competir com mentiras propagadas como fato. Juntos, os problemas de ataques eletrônicos, da informação sem mediação e das notícias falsas exigem respostas diretas em segurança e inteligência digital - tendo em vista que o que está em jogo é cada vez maior.

Aciag investe em geração própria de energia

Desde fevereiro, a Associação Empresarial de Guaramirim (ACIAG) tem investido na geração da própria energia elétrica. Através de um sistema fotovoltaico, a expectativa é reduzir a conta de luz em até 90% nos próximos meses. Para isso, foram instaladas 30 placas de captação. O investimento foi de R$ 40 mil e deve ser “recuperado” em aproximadamente quatro anos e meio. O sistema foi adquirido da Top Sun. Outra ação para auxiliar na economia de energia e contribuir com o meio ambiente é a substituição gradativa das lâmpadas por LED.

Comunicação com disrupção

A agência KWB, de Jaraguá do Sul, está desenvolvendo comunicação de forma diferenciada,  aplicando em seus trabalhos o conceito de disrupção.  Para apresentar de forma mais clara o que é trabalhar comunicação disruptiva, a KWB inicia este mês uma campanha integrada com o mote “Não é só comunicação. É conectar com o futuro” neste mês de abril e vai utilizar mídias como outdoors, jornais, redes sociais, sites e blogs para propagar a sua mensagem. PANORAMA NACIONAL Importação de automóveis sobe 48% Sem o programa Inovar Auto, que sobretaxava compras de automóveis de fora do Mercosul e do México, a importação de automóveis cresceu 48% no primeiro trimestre de 2018 em relação ao mesmo período do ano passado. Nos três primeiros meses do ano, o Brasil importou 50.876 veículos de passageiro, contra 34.342 unidades no primeiro trimestre de 2017. Metade das capitais pediu autorização para déficit primário Embora estejam cortando investimentos, metade das capitais brasileiras pediram autorização para terminar 2018 com déficit primário - em outras palavras, para ter mais despesas do que arrecadaramento. A diferença vai ter que ser coberta por empréstimos, crédito em caixa ou venda de ativos. Um terço dos desempregados vive de "bicos" Um terço dos brasileiros desempregados atualmente sobrevive com bicos e trabalhos temporários, geralmente informais, segundo pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Para 29%, o sustento vem da ajuda financeira da família ou amigos e 7% recebem auxílio do programa Bolsa Família. Apenas 2% utilizam poupança ou investimentos. Recuo do desemprego é maior entre jovens e mulheres. Falando em desempregados, o recuo da taxa de desocupação é maior entre trabalhadores com ensino fundamental e médio, jovens e mulheres, concluiu o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) na seção Mercado de Trabalho da Carta de Conjuntura, publicada ontem. Segundo o Ipea, apesar do aumento registrado no início do ano, devido à sazonalidade do período, a taxa de desocupação vem caindo na comparação interanual "de forma consistente e atinge todos os segmentos da população", sendo mais intenso nesse grupo de trabalhadores.