A Dívida Pública Federal (DPF) – que inclui o endividamento interno e externo do Brasil – teve aumento de 1,51%, passando de R$ 3,582 trilhões trilhões em fevereiro para R$ 3,636 trilhões em março, de acordo com o Relatório Mensal da Dívida Pública Federal, divulgado nesta sexta-feira pela Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda. Esse aumento da dívida, de acordo com o Tesouro, ocorreu por conta da emissão líquida de títulos, no valor de R$ 23,95 bilhões, e à apropriação positiva de juros, no valor de R$ 30,23 bilhões. Não é uma boa notícia para a realidade fiscal brasileira - o governo federal segue com problemas para controlar o endividamento, enquanto análises de risco seguem incertas quanto a possibilidade do Brasil dar um calote em seus credores. O estoque da Dívida Pública Federal externa (DPFe), captada do mercado internacional, teve aumento de 2,64% sobre o estoque apurado em fevereiro, encerrando o mês de março em R$ 128,91 bilhões (US$ 38,78 bilhões), sendo R$ 115,89 bilhões (US$ 34,87 bilhões) referentes à dívida mobiliária e R$ 13,02 bilhões (US$ 3,92 bilhões), à dívida contratual. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), a dívida pública poderá fechar este ano entre R$ 3,78 trilhões e R$ 3,98 trilhões. Em março, os maiores detentores da dívida pública eram Fundos de Investimento, com 29,21% da dívida. Os fundos de Previdência ficaram em segundo lugar, com uma participação relativa de 22,80%. O grupo Previdência apresentou variação negativa em seu estoque, passando de R$ 844,44 bilhões para R$ 799,66 bilhões, de fevereiro para março. Em seguida, aparecem as instituições financeiras com 22,39%, grupo que elevou o estoque em R$ 26 bilhões, chegando a R$ 785,23 bilhões. Os investidores estrangeiros concentraram 11,84% da dívida; o governo, 4,38%; as seguradoras, 3,85% e outros, 5,53%.      

APEVI oferece curso de Formação de Analista de PPCP

A ssociação das Micro e Pequenas Empresas e do Empreendedor Individual do Vale do Itapocu (Apevi) está oferecendo  treinamento em Planejamento, Programação e Controle de Produção (PPCP). O curso, que vai do dia 21 de maio a 13 de junho, dará aos participantes uma visão das estratégias de negócios, uma melhor compreensão referente aos fundamentos das operações de produção, elaboração de uma base de dados segmentada e conceitos de planejamento para longo, médio e curto prazo. O investimento é de R$ 2.500 e a duração é de 48 horas.

Jaraguá do Sul Park Shopping tem promoção de dia das mães

O Jaraguá do Sul Park Shopping tem dado destaque para a aproximação do Dia das Mães com a campanha ‘Mãe merece tudo de bom’. A ação, iniciada nesta sexta-feira, 27, segue até o dia 13 de maio com participação de todas as lojas, quiosques e restaurantes do empreendimento. Assim, quem consumir, de uma só vez ou a partir de somatórias, R$ 250 nas operações durante o período, poderá trocar as notas fiscais por um presente.

Startup Jaraguaense ruma para internacionalização

Em processo de aceleração na Spin Exponential Business, a fintech da área de saúde Clinicorp - voltada para a gestão de serviços na área odontológica - já começa a buscar a internacionalização da plataforma. Na próxima semana, a equipe jaraguaense participa do congresso da American Association of Orthodontists, que acontece em Washington DC, nos Estados Unidos. O evento recebe cerca de 25 mil profissionais de todo o mundo.

PANORAMA NACIONAL

CMN padroniza juros do cartão

Os clientes que pagarem menos de 15% da fatura do cartão de crédito e caírem na modalidade de rotativo conhecido como não regular pagarão menos juros a partir de junho. O Conselho Monetário Nacional (CMN) limitou e padronizou os juros para essa modalidade, regulamentando decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).Até agora, o cliente que pagava menos de 15% da fatura migrava para o crédito rotativo não regular, que cobra juros mais altos. Quem pagava a partir de 15% e menos que 100% passava para o rotativo regular, com taxas mais baixas.

Anvisa barra comercialização de lote de frango

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização de um lote de peito de frango da marca D+ Alimentos, em todo o território nacional, devido à presença de bactérias. O lote 0320 de peito de frango cozido desfiado congelado não pode ser distribuído nem vendido. De acordo com a Anvisa, testes mostraram a presença da Listeria monocytogenes no produto, uma espécie de bactéria capaz de provocar doenças em seres humanos, como a meningite.