O mercado brasileiro tem recuperado - lentamente - a confiança: segundo dados do SPC e da fundação Getúlio Vargas, os índices de Confiança do Consumidor (ICC) e de Confiança da Indústria (ICI) tem registrado crescimento lento e estável. No mês passado, o ICC fechou em 42,2 pontos, de um máximo de 100, enquanto o ICI registrou 101,7, de um máximo de 200 - esse é o melhor nível desde agosto de 2013, quando chegou a 110,5. Pautado na segurança ou insegurança do mercado, o índice revela um cauteloso otimismo da indústria - e um público consumidor ainda incerto de seu poder de consumo, preocupado com dívidas, limites de renda e contas a pagar - o índice está abaixo do que estava em março passado, quando marcava 42,3. O presidente da Associação Empresarial de Jaraguá do Sul (Acijs), Anselmo Ramos, destaca que estes dados são positivos , e que pequenas reduções não podem ser vistas com pessimismo. “O que é preciso observar é que embora esteja havendo um crescimento no índice de confiança, esse crescimento não é linear, apresentando sucessivas variações para cima e para baixo. Isto demonstra que, se por um lado, há otimismo, de outro é necessária uma maior sustentabilidade e consistência nestes parâmetros", explica. Ele lembra que ainda existem problemas estruturais no mercado brasileiro, que necessita urgentemente de algumas reformas políticas e econômicas . "Continuamos carecendo de soluções para as questões estruturantes, principalmente no que se refere a ajustes fiscais e a reformas que impactam diretamente nos indicadores econômicos”. Neste sentido, ele destaca a importância da reforma fiscal, em vista de que as contas públicas são essenciais para a manutenção do crédito em outros setores. Como muitos outros dados econômicos, os índices de confiança sustentam a tese de que o país, embora fora da crise, ainda está se recuperando de forma lenta e precisa de trabalhos contínuos para garantir seu crescimento. Particularmente para restaurar a segurança do consumidor - particularmente abalada.

WEG registra receita de R$ 2,551 bilhões

A Receita Operacional Líquida da WEG para o primeiro trimestre de 2018 foi de R$ 2.551,5 milhões, 19,6% superior ao mesmo período no ano passado e 4,6% inferior ao quarto trimestre de 2017. Ajustada pelos efeitos da consolidação das aquisições WEG Transformers USA (WTU) e TGM, a receita mostraria crescimento de 13,8% sobre o começo do ano passado e queda de 6,2% em relação ao final do mesmo. Segundo a empresa, o Brasil, no crescimento foi impulsionado pela melhora da conjuntura econômica e pela maior participação de novos negócios na receita, como por exemplo as usinas de energia solar. No mercado externo, o crescimento continua concentrado nas vendas de equipamentos de ciclo curto, mas já surgiram algumas oportunidades em projetos que demandam equipamentos de ciclo longo.

Lunelli aposta em ideias dos colaboradores

Na busca por soluções de mercado e por uma maior participação de seus colaboradores, o Grupo Lunelli conta com uma iniciativa chamada PNI (Programa de Novas ideias). Divididos em grupos, os colaboradores propõem soluções diversas, como opções para redução de custos, no intuito de evitar o desperdício e, ainda, alavancar a sustentabilidade. A iniciativa contou com 16 ideias, todas elas já implantadas e gerando retorno efetivo.

Rancho Bom inaugura nova unidade em Guaramirim.

A partir da próxima terça-feira (24/4), os moradores de Guaramirim e região terão mais uma opção para as compras. Está marcada para este dia a inauguração da sétima unidade da rede de supermercados Rancho Bom, na Rua Gerônimo Correa, 444, no Centro. A unidade com aproximadamente 1,2 mil metros quadrados oferecerá aos clientes uma grande variedade de produtos.  

Imposto de Renda pode ir para fundos públicos

Quem tem que pagar imposto de renda e quer fazer filantropia ao mesmo tempo tem uma opção em Schroeder: parte do valor pago pode ser destinado ao Fundo da Infância e Adolescência de Schroeder (FIA), mecanismo captador de recursos financeiros que é gerido pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA). A opção existe em outros municípios, para fundos diferentes.  

ESTADO

Imigração venezuelana em pauta

A secretária do Estado de Assistência Social, Trabalho e Habitação, Rommana Remor, foi nesta terça-feira para Brasília para discutir com o ministro Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, como lidar com a imigração venezuelana para Santa Catarina e como melhor orientar os imigrantes. A previsão é que o estado receba cerca de 2.500 venezuelanos, que devem ser orientados para diferentes municípios.  

PANORAMA NACIONAL

Ministro da agricultura discute exportações para Indonésia

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, informou nesta terça-feira (17) que estão em fase final as negociações para início das exportações de carne bovina para a Indonésia. Uma missão técnica do país chegou na segunda-feira ao Brasil e deverá visitar frigoríficos em diversos estados. Em seguida, serão acertados detalhes do Certificado Sanitário Internacional (CSI) que viabiliza os embarques do produto. A Coréia do Sul e a China também estão com negociações ativas.  

INTERNACIONAL

O Banco Mundial divulgou nesta terça-feira que as economias da América Latina e do Caribe estão voltando a crescer com força depois de seis anos de estagnação. Este crescimento está sendo puxado pelo crescimento do Brasil e da Argentina, as duas maiores economias sul-americanas. Os dados mostram que o crescimento brasileiro será de 2,4% em 2018 – previsão maior do que a do FMI, que foi de 2,3% – e de 2,5% em 2019.