Com a queda expressiva da bolsa de valores e a instabilidade em outros investimentos, como títulos do Tesouro, não é de se espantar que brasileiros - tradicionalmente aversos a investimentos de risco - voltem-se para a poupança, ainda que ela seja menos rentável.

No mês passado, o Tesouro Direto chegou a ficar alguns dias fora do ar, por causa da turbulência no mercado financeiro, enquanto a Bolsa de Valores passou por múltiplas interrupções de operações - os chamados Circuit Breakers.

Em março, os investidores depositaram R$ 12,17 bilhões a mais do que retiraram da poupança, informou nesta segunda-feira (6) o Banco Central.

Em março do ano passado, a captação líquida – diferença entre depósitos e saques – tinha atingido R$ 1,85 bilhão.

Essa foi a maior captação líquida para meses de março desde o início da série histórica, em 1995. Com o resultado do mês passado, a poupança acumula saída líquida de R$ 3,76 bilhões no primeiro trimestre.

Ao mesmo tempo, há de se considerar que, no cenário atual de juros baixos, a caderneta de poupança muitas vezes é uma forma de perder dinheiro efetivamente, com rendimentos abaixo da inflação: embora o saldo aumente, o poder de compra daquele montante fica estagnado ou diminuí.

Fiesc pede consumo local

Com a mensagem “prefira de Santa Catarina, prefira do Brasil”, a Federação das Indústrias de Santa Catarina(Fiesc) pede aos consumidores catarinenses a optar por produtos fabricados no estado ou no país na hora de fazer compras, contribuindo para a retomada do crescimento e geração de empregos locais.

A Federação das Indústrias lembra que Santa Catarina é um estado diferenciado, que produz com qualidade mundial, por isso, constituiu uma economia forte e diversificada.

Foi a que, proporcionalmente, mais gerou empregos após a crise econômica de 2015, chegando a cerca de 750 mil postos de trabalho no final de 2019.

Risco Brasil aumenta

A agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P) reduziu de positiva para estável a perspectiva da nota da dívida pública brasileira.

A decisão foi divulgada na noite desta segunda-feira (6) e ocorre quase quatro meses depois de a agência ter indicado que poderia subir a nota do país.

Relaxamento de medidas

A Organização Mundial da Saúde (OMS) não tem uma recomendação geral para países e regiões afrouxarem as medidas que visam a desacelerar a propagação do novo coronavírus, mas fez um alerta para que as restrições não sejam retiradas cedo demais, disse um porta-voz da entidade nesta terça-feira (7).

"Uma das partes mais importantes é não abandonar as medidas cedo demais para não ter uma recaída", disse o porta-voz da OMS, Christian Lindmeier, em entrevista virtual.

 

 

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