Foto Agência Brasil
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Até as 10h desta segunda-feira (29), faltando um dia para o fim do prazo, 5,3 milhões de contribuintes ainda não entregaram a declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). A Receita espera receber este ano 32 milhões de documentos.

A Receita alertava desde março para que os contribuintes não deixassem a entrega para a última hora. Se perderem o prazo, estarão sujeitos ao pagamento de multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido.

O prazo para a entrega da declaração, que começou em 2 de março, acabaria no dia 30 de abril, mas a Receita prorrogou para o dia 30 de junho, devido à pandemia de Covid-19.

O cenário atual deixa clara a tendência histórica do contribuinte brasileiro de deixar para a última hora a entrega da declaração - em parte por conta das dificuldades em preenchimento, mas em outra parte por conta de um já conhecido problema nacional de procrastinação.

Deve entregar a declaração 2020 (ano-base 2019) o contribuinte que recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano passado, o equivalente a R$ 2.196,90 por mês, incluído o décimo terceiro.

Também devem apresentar o documento quem teve receita bruta de atividade rural superior a R$ 142.798,50, os contribuintes com rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte de mais de R$ 40 mil, e contribuintes com patrimônio de mais de R$ 300 mil em 31 de dezembro de 2019.

O documento deve ser entregue ainda por quem obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos ou fez operações na bolsa de valores, quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês no ano passado e quem optou pela isenção de Imposto de Renda incidente sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais e comprou outro imóvel até 180 dias depois da venda.

Indústria recupera confiança

O Índice de Confiança da Indústria, medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), teve alta de 16,2 pontos na passagem de maio para junho deste ano.

Essa é a maior alta da pesquisa da FGV, iniciada em janeiro de 2001. Com a alta, o indicador atingiu 77,6 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Em maio, a confiança da indústria já havia crescido 3,2 pontos.

Apesar disso, as altas de maio e de junho recuperaram apenas metade dos 39,3 pontos perdidos no segundo bimestre do ano (março e abril).

Dialogo com a Indústria

A série “Diálogo com a indústria”, iniciativa da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), tem nova edição nesta terça-feira (30).

Em evento virtual, nesta edição será debatido o impacto da Covid-19 nos negócios e sua influência na operação das empresas.

O evento ocorre às 9h e será transmitido pelos canais do Facebook @senaijaraguadosul e @senaisaobentodosul, e do Instagram @senai_jaraguadosul e @senai.saobentodosul

Pesquisa de satisfação

Buscando um melhor feedback dos cidadãos quanto aos serviços prestados, o governo federal implementou uma pesquisa sobre os cerca de 2 mil serviços públicos federais fornecidos pela internet, que poderão ser avaliados em um clique.

A Secretaria de Governo Digital criou uma página onde o cidadão poderá avaliar e sugerir melhorias nos serviços digitalizados oferecidos pelo portal gov.br.

Os interessados deverão inscrever-se no endereço gov.br/pesquisacomusuarios. Pessoas de todo o país podem participar. Os voluntários serão entrevistados remotamente.

Após a conclusão da pesquisa, os participantes receberão um certificado on-line e serão informados de novidades e de melhorias no serviço avaliado.

 

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