O vereador é o representante mais próximo do eleitor. É por ele que passam demandas sobre a fila no posto de saúde, a necessidade de asfaltamento, do buraco na frente de casa, da qualidade de aula na escola. Figura importante na democracia, para exercer bem o seu papel de fiscalizar e legislar, o vereador deve ter consciência de que precisa agir levando em consideração o bem comum da sociedade e não de uma classe ou de outra especificamente, muito menos em benefício próprio e apoiadores ou então de rixas e disputas dentro do âmbito do Legislativo. Infelizmente, temos visto muitos exemplos de que nem sempre essa relação funciona como deveria. Na rejeição do projeto proposto pelo vereador Luís Fernando Almeida (PP), que previa a obrigatoriedade dos garagistas apresentarem comprovante de procedência e quilometragem dos veículos, antes da proteção ao consumidor, duas questões pesaram para rejeição da proposta. O lobby de alguns garagistas que não querem ser alvo de uma maior fiscalização e o embate pessoal contra Almeida, - que antes apresentou resolução que previa o limite de gastos com celular -, incentivaram o voto contrário de cinco vereadores. Há muitos outros exemplos, como o projeto de lei que previa o fim das férias parlamentares de julho, - antes de ser aprovado, o texto foi rejeitado duas vezes por uma questão de ego e disputa entre os vereadores. Ou então o questionamento quanto ao trabalho dos fiscais da Vigilância Sanitária por vereadores que foram procurados por alguns comerciantes incomodados. Visto como natural no mundo da política, é este tipo de comportamento que compromete o amadurecimento do sistema e ajuda a manchar a imagem da própria categoria. Política se faz com responsabilidade para com o coletivo ou então se transforma em uma queda de braços sem fundamento, como vemos todos os dias em Brasília. Sorrisos e aproximações  
(Foto: Divulgação)
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Na Acijs, o empresário Antídio Lunelli, o prefeito Dieter Janssen, a presidente do PSDB, Marcia Alberton, o senador Paulo Bauer e o empresário Paulo Chiodini. Nas conversas de corredores dois assuntos: o impeachment da presidente Dilma Rousseff e as eleições municipais de outubro. Lideranças dos três partidos tentam articular uma aliança entre PP, PMDB e PSDB para o pleito. Se dará certo, o tempo dirá. Suspensão dos serviços O governo do Estado já recebeu notificação da Prefeitura de Jaraguá do Sul e dos hospitais sobre a suspensão dos serviços prestados a pacientes de outros municípios. A suspensão acontecerá no fim do mês se o Estado não repassar os R$ 5 milhões em atraso por atendimentos considerados acima do teto. Mutirão de roçada  O clima bom também tem favorecido o trabalho de roçagem feito por servidores da Secretaria de Obras. A legislação do município protege o meio ambiente e impede a capina química, com isso, o mato cresce muito rapidamente no verão. Nos últimos dias, a roçagem foi realizada em diversas ruas de Nereu Ramos, na área central, no Rau, João pessoa, Boa Vista, São Luís e Jaraguá Esquerdo.   Segundo boletim divulgado ontem, o mutirão percorreu 101 ruas de 33 bairros. Reconstrução e bom tempo Prevista para agosto, a ponte da Tifa Lennert, na região do Garibaldi, deve ser concluída em junho, em função do bom tempo dos últimos dias. A ponte é uma das seis do município que receberam o kit de transposição da Defesa Civil Estadual. As estruturas foram danificadas por enxurradas registradas no fim de 2015 e início de 2016. Construídas de concreto armado e pré-fabricadas estas pontes têm custo 50% mais baixo.   O Governo do Estado e a Prefeitura de Jaraguá do Sul assinaram convênio de R$ 300 mil para realização da 46ª Assembleia Nacional Assemae, em Jaraguá do Sul. O evento vai ocorrer de 16 a 19 de maio, debatendo o tema “Saneamento Básico: um direito de todos”. Duas mil pessoas devem participar.

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