Esta quarta-feira (13) foi dia de estreia de Fabio Schiochet (PSL) na tribuna da Câmara dos Deputados. A fala marcou também o fim de 16 longos anos em que um jaraguaense eleito não ocupava o espaço, um dos mais nobres e importantes da política brasileira.

Como havia adiantado, Schiochet abordou temas da plataforma do PSL, defendeu a família, o reforço na segurança pública e agradeceu a oportunidade a Deus.

Reforçando a proximidade com o governador Carlos Moisés (PSL), disse que o Estado não poderia estar em mãos melhores, mas admitiu que os desafios são enormes. Para ele, além da segurança, como serviço, os governos precisam aumentar a qualidade no atendimento à saúde, educação e infraestrutura.

O deputado citou a Constituição para dizer que todo poder emana do povo, lembrando que as urnas mostraram em outubro passado um clamor por mudança.

A aposta de que o PSL possa ser agente de mudança, aliás, foi alta. Schiochet afirmou que a nova política tem capacidade de chacoalhar as estruturas tirando do conforto quem estava acostumado com as velhas práticas.

Um dos pontos mais fortes do discurso foi quando o deputado falou sobre a necessidade de duplicação da BR-280. Ele ressaltou a importância econômica do acesso ao porto de São Francisco não só para a região, mas para toda Santa Catarina.

Disse acreditar que a obra vergonhosamente adiada por sucessivos governos será capaz de gerar uma cadeia de lucros, de novos empregos e expansão de empresas.

Citou a confiança depositada no presidente Jair Bolsonaro (PSL) e prometeu que a descrença na obra será transformada em trabalho pela duplicação.

PP presente

O vereador Celestino Klinkosky reuniu pepistas para comemorar o seu aniversário. Na foto, Ademir Izidoro, Anderson Kassner, Celestino, Udo Wagner e Domingos Zancanaro.

A ordem no PP é manter a unidade, avaliar com cautela as movimentações de outros partidos e focar no fortalecimento da sigla para a eleição do próximo ano.

Mais um cartório

A Câmara de Vereadores aprovou por unanimidade moção de apelo de autoria de Jaime Negherbon (MDB) e Marcelindo Carlos Gruner (PTB), que pede a implantação de mais um cartório de registro de imóveis e mais um tabelionato de títulos e documentos no município.

A reivindicação considera, entre outros pontos, que Jaraguá do Sul conta com uma população de aproximadamente 172 mil habitantes, vem crescendo a cada ano e possui apenas um cartório de registro de imóveis e somente um tabelionato de títulos e documentos, o que gera muitas reclamações sobre filas e demora no atendimento.

A moção será encaminhada ao desembargador presidente do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, Rodrigo Collaço, e ao governador Carlos Moisés.

Comissão formada

Aos poucos as Comissões da Assembleia Legislativa vão tomando forma. O deputado Vicente Caropreso (PSDB) vai presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Homenagem rejeitada

Os vereadores de Florianópolis rejeitaram a concessão da Medalha Aldirio Simões ao senador Esperidião Amin (PP). A manobra que gerou a rejeição à homenagem foi comandada por partidos como PSOL com a participação do MDB e PT e foi interpretada como mesquinharia política.

O time dos sonho

Além de Alcides Pavanello, Antídio Lunelli cita nomes como Christiane Hufenussler e Célio Bayer como integrantes que gostaria de ter no seu governo.

O time dos sonhos

Além de Alcides Pavanello, Antídio Lunelli cita nomes como Christiane Hufenussler e Célio Bayer como integrantes que gostaria de ter em seu governo.

Tributação Verde

Entre as mudanças no ICMS uma agrada o Ministério Público que vem há anos tentando regulamentar e diminuir o uso de agrotóxicos.

A partir do dia 1º de abril passará a valer no estado a chamada Tributação Verde, prática que retira ou diminui os incentivos fiscais de produtos que causam dano ao meio ambiente e à saúde.

A medida foi autorizada por meio de decreto assinado em dezembro pelo então governador Eduardo Pinho Moreira e mantida pela atual gestão de Carlos Moisés.

Atualmente, em Santa Catarina, produtos como inseticidas, fungicidas, formicidas, herbicidas, raticidas, e demais controladores de pragas, são isentos do pagamento de ICMS. Com a assinatura do decreto estadual 1.866/2018, produtos desse gênero passam a ser tributados em 17%.

 

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