Neste domingo, o Brasil conhecerá seu novo presidente e 14 estados seus governadores. Eles tomarão posse em janeiro. Até lá, farão transição e formarão suas próprias equipes.

Enfrentando, nos últimos anos, uma crise econômica e de ética cruel, os brasileiros mostraram no primeiro turno um anseio por mudança, uma revolta contra o sistema. A Câmara de Deputados teve a maior renovação desde 1990, perto de 50%, sendo que 20% dos eleitos ocuparão uma cadeira legislativa pela primeira vez.

No Senado, a virada foi ainda maior. Das 54 vagas que estavam em disputa, 46 serão ocupadas por novos nomes. Uma renovação de 85%, a maior da história.

Em comum, muitos dos novatos adotaram o discurso por uma forma diferente de fazer política, sem conchavos, loteamentos de cargos, privilégios sem fim e por maior combate à corrupção.

Os candidatos que lideram as pesquisas nesse segundo turno também representam essa mudança. Passada a campanha, porém, serão cobrados para que coloquem em prática seus discursos.

A economia do Brasil está pronta para crescer, os dados mostram isso. A inflação está em queda, as taxas de juros mais baixas. O déficit deixado pelo governo Dilma Rousseff foi reduzido e a Petrobras voltou ao positivo.

Mas, para que essa marolinha positiva se transforme em uma maré concreta, é preciso que o próximo presidente tenha compromisso com as reformas, com a estabilidade, com a descentralização dos recursos, corte de gastos e com a criação de um ambiente favorável aos investimentos. A consequência direta será a geração de emprego.

O Brasil tem enormes desafios em outras áreas também. A educação é a maior delas. É preciso consciência coletiva de que esse não é um problema apenas de recursos. É somente com a união de forças e inteligência que o país conseguirá sair da lanterna das avaliações internacionais.

A segurança é outro ponto que precisa ser atacado. No ano passado, mais de 59 mil pessoas foram assassinadas. Outras 50 mil mortes aconteceram no trânsito, em estradas abandonadas pelo poder público. O sistema de saúde também precisa ser reformulado.

Governo é para todos

Independente de quem vencer no domingo em Santa Catarina e no país, será preciso mudar o discurso de divisão e unir a sociedade. As diferenças políticas, culturais e de credo devem ser respeitadas e não motivo para divisões.

Entrando no clima

O prefeito Antídio Lunelli e os integrantes da comissão organizadora da Schützenfest apresentaram para imprensa, na noite de quinta-feira, o cardápio típico e o Schützenbier, chope feito para festa. A edição deste ano terá início no dia 8 de novembro.

Reforma Trabalhista

Na próxima segunda-feira, a Associação Empresarial de Guaramirim abre espaço para palestra do advogado Romeo Piazera, sobre a reforma trabalhista. As reuniões plenárias têm início às 18h30 e são abertas à comunidade.

IFSC tem interesse

Ao contrário da informação divulgada pela Câmara de Vereadores de Guaramirim, a diretoria do IFSC garantiu que tem interesse em assumir o Cedup. Ao custo de mais de R$ 10 milhões, a estrutura segue sem utilização.

Centro de Inovação

A comissão avaliadora aprovou, ontem, a Organização Social (OS) que será gestora do Centro de Inovação de Jaraguá do Sul. Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Domingos Zancanaro, a reunião extraordinária da comissão de seleção deferiu o edital e o plano de ação apresentado.

O trabalho será realizado pela Associação Centro de Inovação, fundada para este fim e com ligação com a Associação Empresarial, que foi a única organização social a entregar os documentos requeridos no edital.

A expectativa é de que o trabalho de seleção de empresas para trabalharem no espaço, o segundo do tipo em Santa Catarina, comece em novembro, com operações iniciando em 2019.

Audiência pública

O Ministério Público, a Avevi e a Amvali farão audiência pública no dia 7 de novembro, na Escola Iaro Hansch, em Guaramirim, para saber o que os moradores das proximidades pensam sobre a construção da Ponte do Zanotti. Outra possibilidade seria a duplicação da Ponte do Portal.

Obra inacabada

Os vereadores Jaime Negherbon (MDB) e Pedro Garcia (MDB) se reuniram ontem com a secretária estadual da Educação, Simone Schramm, para tratar da situação da escola estadual no bairro São Luís.

Os parlamentares cobram que as obras terminem e que a escola possa começar a atender à comunidade o mais rápido possível.  A obra teve início em 2011, tinha prazo inicial de entrega em 2013, e já recebeu mais de R$ 7 milhões em investimentos.

Economia nas lixeiras

A empresa KS Manutenção e Ferramentas foi a vencedora da licitação e fornecerá 1.110 lixeiras à Prefeitura de Jaraguá do Sul. O valor unitário será de R$ 254 com instalação, dando um total de R$ 270 mil.

O secretário Eduardo Bertoldi diz que o prazo é de 90 dias para colocação. Há seis anos, o município pagou R$ 380 por lixeira, sem a instalação. “Fizemos uma economia bastante significativa”, compara Bertoldi.

 

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