Hoje o elenco do Jaraguá Futsal é do tamanho de Jaraguá. Na cidade de Pato Branco (PR), nosso aurinegro decidirá, às 11h, uma vaga na final da Liga Nacional contra o Pato. Sabemos que o Pato é forte, mas o Jaraguá é gigante. Precisamos reverter o placar daqui, e a melhor tática é construir a vitória extra quadra.

É compreensível que não se possa garantir vitória, mas é possível assegurar empenho, determinação, comprometimento e colaboração. A vitória será consequência natural desta postura. Nosso time tem demonstrado que há harmonia nessas forças. Oportuno considerar que, na dinâmica da vida, sempre iremos nos deparar com a fronteira entre o possível e o impossível.

Circunstancialmente, de acordo com nossas atitudes, podemos graduar essa fronteira como: inexorável, tênue ou factível. Então, ao considerarmos inexorável, estaríamos admitindo que o impossível ‘seria realmente’, impossível. Já, entre as instâncias tênue e factível, estaríamos exortando nosso sentido de que o impossível ‘poderia ser’, ou ‘seria’ possível, respectivamente. E isso fará toda a diferença.

Caberá, então, ao nosso time, personificar a máxima do poeta e dramaturgo francês Jean Cocteau: “não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez.” Por isso, não será um simples jogo de futsal, mas, uma competição de atitudes e comportamentos. O que iremos assistir, deverá transcender as linhas limítrofes de uma quadra de futsal, com seus personagens, lances, regras e apitos. Esses são elementos intrínsecos e figurativos da disputa.

Certamente o que veremos, por parte do Jaraguá Futsal, será a atitude de transpor uma fronteira factível já previamente assimilada pelos jogadores. Isso comprovaria a milenar sabedoria de Sun Tzu: “para ser vitorioso você precisa ver o que não está visível”. Sucesso ao Jaraguá Futsal.