A cultura ocidentalizada absorveu, historicamente, a concepção materialista quantitativa, de que sucesso na carreira deve estar configurado em status, poder e patrimônio. Há, entretanto, uma contracultura em ascensão, demonstrando que o sucesso, promotor de bem-estar e felicidade, pode ser conquistado por uma via qualitativa, duradoura, realizadora e, sobretudo, libertadora.

É cada vez mais comum testemunharmos pessoas rompendo com a crença do sucesso, segurança e felicidade, resguardados na sobrecarga de trabalho, abundância e consumismo.

O estilo de vida minimalista, que cresce no mundo, pressupõe autoconhecimento e conexão com o mundo mais humano. Requer consciência de que tudo deve se reger pela sustentabilidade. Não se resume em ser rico ou ser pobre materialmente, mas, em viver com o dignamente necessário. O propósito minimalista tem se mostrado um promissor caminho para se obter a intercessão entre ‘sentido’ e ‘prazer’, condição esta, geradora de felicidade e realização.