O clima geral de otimismo da economia brasileira, com maior intensidade em nossa região, aponta para um ano novo promissor. Os indicadores vitais da máquina econômica, confirmam um processo inicial de crescimento sustentável.

Já se faz perceptível que o setor privado, força propulsora da economia, passa a dar menos importância para o noticiário de Bolsonaro e Lula, e foca cada vez mais nos negócios e oportunidades. Uma prova cabal de que a economia está voltando a ser mais importante do que a política ou, como bem preconiza o ministro Paulo Guedes, “é hora de mais Brasil e menos Brasília”. Espera-se que todos assimilem essa lógica.

A queda contínua dos juros e do risco país, conjugados com redução da inflação, expectativa crescente do PIB e investimentos estruturais, formatam um horizonte crível da tão esperada recuperação.

É chegado, então, o momento oportuno de arregaçar as mangas. É hora de substituir o enfadonho discurso ideológico por planejamento e ação. O momento clama por menos mimimi nas redes sociais e mais aproveitamento do tempo. A ordem é de menos ociosidade e mais produtividade em tudo.

Surfará a onda quem melhor preparado estiver, quem melhor interpretar o novo cenário, quem remará para frente. O novo Brasil que vislumbramos passa por nova atitude de cada brasileiro.