Não é exagero supor que se 5% do volume de produção de Fake News correspondesse a equivalente produção de vacinas, o mundo já teria erradicado o Covid-19. Desde o surgimento do vírus, até sua conversão em pandemia, muita especulação e desinformação se produziu e continua se produzindo. Enquanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) e especialistas sugerem medidas globais e orientações fundamentadas para tentar conter a disseminação, uma legião irresponsável de formadores de opinião, prefere politizar a pandemia buscando mascarar suas consequências, contaminando de dúvidas a população mais vulnerável. Com isso, a pandemia da ignorância vem suplantando o efeito do coronavírus.

O momento é de prevenção e atitude. Culturalmente, tendemos a esperar para reagir. Não é, necessariamente, a letalidade do vírus que está em discussão, mas sua incidência e poder de contaminação, o que demanda estrutura de tratamento por conta do sistema de saúde. Então, cabe a cada cidadão, como primeira medida, se suprir de informação real, e de fontes seguras.

Nesse sentido, enquanto veículo de informação comprometido com a verdade, cumpre-nos contribuir propondo um caminho natural e fidedigno para a auto orientação e consequente prevenção: hierarquicamente, em nosso país, temos como fonte oficial de partida, o Ministério da Saúde, sob gestão do competente ministro Luiz Henrique Mandetta.

Segue-se a busca por orientações seguras, nas secretarias de saúde do estado e do município, além de médicos de confiança. Não se pode ignorar, entretanto, os veículos de comunicação reconhecidos, tradicionais e que estejam perto de você. Descarte qualquer outra fonte de informação. Agora, o senso coletivo deve estrar acima do individual. O momento clama por responsabilidade e cidadania.